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Generation of Vipers - Coffin Wisdom Has Bite
Engineered by Travis Kammeyer (A Storm of Light, U.S. Christmas, Ocoai,etc.) and mixed by Andrew Schneider (Unsane, Cave In, Made Out of Babies, Blue Man Group, etc.) at Translator Audio in Brooklyn, NY, Coffin Wisdom displays the bands most focused and realized album to date.
Consisting of 7 tracks of noisy and visceral music that at times borders on the Amphetamine Reptile days of yore, yet simultaneously harnesses a maturity and spiritual awareness to it that is difficult to quantify with mere words.
Imagine if Amebix and Quicksand wrote songs about numerology and Witchcraft or if Godflesh and Helmet wrote songs touching on sleep paralysis and psychotic paranoia and you would have at least one foot on the right path.
Consisting of 7 tracks of noisy and visceral music that at times borders on the Amphetamine Reptile days of yore, yet simultaneously harnesses a maturity and spiritual awareness to it that is difficult to quantify with mere words.
Imagine if Amebix and Quicksand wrote songs about numerology and Witchcraft or if Godflesh and Helmet wrote songs touching on sleep paralysis and psychotic paranoia and you would have at least one foot on the right path.
Kalamata - You
This Hildesheim based trio performs instrumental psychedelic- stoner
rock like the old Kyuss or original space-rock bands from the 70`s.
Driving bass riffs and colourful guitar-patterns emerge on top of a deep rolling rhythm section.
This instrumental music will guide you through the night like LSD while you´re sitting on a wild cow`s back.
Driving bass riffs and colourful guitar-patterns emerge on top of a deep rolling rhythm section.
This instrumental music will guide you through the night like LSD while you´re sitting on a wild cow`s back.
Premonições : Lightsystem
Soon...
Depois do excelente album do ano passado, os norte americanos Lightsystem estão de volta, para já não se pode comentar muito...fica aqui um curto teaser que o John me enviou...em breve mais novidades de uma banda que vale a pena descobrir para todos que gostem de Post-Rock..
E já agora ouçam o album:
Impure Wilhelmina - Black Honey
A Suiça não é propriamente conhecida por ter um movimento de vanguarda dentro da musica extrema nos últimos anos, é verdade que Celtic Frost é algo consensual e isto quase por si só chega para que o pequeno cofre da economia mundial tenha também direito a uma referencia dentro deste universo.
Dito isto é curioso verificarmos que actualmente parece que algo está a mudar para os lados dos Alpes e nomes como Rorcal, Vuyvr, Knut, 69 Chambers, Bolzer, Darkspace, Zatokrev e estes Impure Wilhelmina transformaram cada um á sua maneira aquilo que geralmente se podia esperar de um pais sem as tais grandes referencias.
Mas vamos dar destaque a Impure Wilhelmina que é disso que se trata aqui, são uma banda tipicamente Underground já com uma longa carreira atrás de si e mais um daqueles casos onde nunca se entendeu muito bem o porquê de numa terem realmente explodido.
Mas a meu ver parece que este ano têm tudo a seu favor, desde a sonoridade que exploram até a qualidade bem acima da média que nos mostram neste “Black Honey”, um álbum com todos os condimentos certos e que explora uma curiosa diversidade musical que acreditem é impossível nos deixar indiferentes.
Poderão dizer alguns que o álbum tem um travo ou melhor quase arrisca em demasia em alguns territórios não tão bem aceites por muitos de nós, não vou mencionar o estilo, prefiro apenas dizer que aqui se encontram paralelos sonoros que nos remetem para Tiamat, Katatonia, Sentenced e de certa forma até uns Beastmilk, referencias essas não tão obvias e fáceis de encontrar á primeira mas que são de facto um dos pilares que a banda suiça aqui tão bem explora, isto tudo absorvido como é obvio pelo actual Post-Metal de tendência mais planante onde a banda mantem os pés ainda bem presos.
O álbum vive bastante do lado introspectivo que os temas nos oferecem gerando no seu todo uma amalgama emocional que ao fim ao cabo é uma das bases primordiais deste estilo musical onde se procura não a violência pura e dura mas algo mais palpável terrestre e virado para aquilo que vivemos no dia-a-dia nos nossos constantes altos e baixos.
Apenas um senão, o álbum ao fim de uns tempos perde um pouco aquele fulgor inicial e fica-se com a ideia que existem aqui um tema ou outro a mais pelo meio, sensação essa que mesmo estranha desaparece sempre que chegamos á fantástica ultima faixa a espantosa e meio A Storm Of Light, “God Rules His Empire” que é na minha opinião uma das melhores musicas escritas pela banda de Genebra.
Para terminar, explorem a banda se não conhecem que valerá bem a pena e certamente encontrarão aqui uma óptima companhia para estes tempos chuvosos..
Haxxan-Beyond The Grace Of God
Haxxan é uma banda formada pelo membros de Necrophagia, sendo um deles o mitico Killjoy.
Ora bem aquilo que se tira logo á partida é que isto não me parece ser nem soa aqueles projetos manhosos onde ele e o Anselmo andaram metidos aqui há uns anos, apesar da sonoridade ser baseada em riffs e ambientes meio a puxar para o Black Metal daquele meio lento ou ao "Occult Abysmal Rock/Heavy Metal" (como preferem ser rotulados) e mesmo que não seja nada de mais, a densidade sonora que onde se envolvem os temas e a sua tematica mesmo seguindo aqueles parametros mais atuais e supostamente artisticos do estilo nos dias de hoje consegue ter alguma consistencia e acabando por ser um album bastante agradavel para se ouvir.
É certo que existem algumas marcas caracteristicas das bandas passadas mas mesmo assim as coisas estão suficiente diluidas para que Haxxan consiga o seu espaço.
O nome é uma clara uma referencia cinematografia e ao longo do album diversos samples vão tornando as coisas mais a puxar para o tal ocultismo, o que acaba por ser giro é que se existem bandas que ás vezes só o conseguem ser usando esses mesmos truques sonoros, Haxxan consegue se-lo e esse aspeto apenas adensa ligeiramente as coisas, alias basta ouvir o tema titulo para se ficar com essa sensação.
Resumindo um album engraçado e bem melhor do que muita coisa feita por estes musicos nos ultimos anos..
Curiosos?
Ouçam aqui:
Blood Ceremony-The Eldritch Dark
Costuma-se dizer que o terceiro album para uma banda é sempre a prova de fogo para saber realmente de que fibra se é feito.
No caso de Blood Ceremony sejamos honestos a banda só se tornou conhecida por ter uma vocalista jeitosa na voz e por se viverem tempos aureos (ou não!) neste revivalismo do retro-rock com uma carga de ocultismo á volta.
Digam o que disserem mas até aqui Blood Ceremony eram chatinhos, os e os temas iam alternando entre o engraçadinho e o irritante, porque ou era a flauta que não encaixava ou eram os temas que não tinham a minima consistencia para ficarem a ecoar ou era outra coisa qualquer...pelo menos por aqui as coisas não funcionavam minimamente e foi com algum receio que peguei neste album há uns meses atrás.
Ora bem, aquilo que podiam ter sido mais uma hora perdida com algo que sabia que seria bem mais interessante se fosse aplicado nuns The Devil´s Blood ou Jess And The Ancient Ones, transformou-se estranhamente num dos albuns que talvez mais tenha ouvido este ano.
É que tudo mudou, dando a ideia que ou a banda vendeu á alma ao Diabo (no bom sentido) ou então os fumos ou acidos que talvez tenham consumido durante a feitura do album eram de "excelente qualidade" e como todos sabemos isso em certos aspectos ajuda imenso, ja o Bill Hicks o dizia..
Brincadeiras á parte o The Eldritch Dark é de facto um album que mostra finalmente uma banda madura e com capacidade de ombrear com os nomes que geralmente estão na liderança deste movimento atualmente e o mais engraçado é que se fica com a ideia que aqui tudo foi feito de uma forma bastante simples e quase natural onde até mesmo os momentos da flauta soam vibrantes como nunca tinha acontecido nos albuns anteriores.
O feeling anos 70 está como é logico presente e os temas é quase impossivel destacar um ou dois já que todos eles são de uma qualidade acima da media e onde se consegue fazer o equilibrio perfeito entre a melodia e a jam rockeira que poderia ter saido de umas noites passadas a ouvir The Doors/Coven/Black Sabbath em modo continuado (conferir a faixa titulo sff) sem cair no quase ridiculo que por vezes se ouvia nos albuns anteriores.
Destaque claro para a voz da Alia O´Brien que aqui tem momentos absolutamente deliciosos que deixam um rasto de feitiço a pairar no ar, comparaveis a uma especie de encantamento que nos deixam petrificados perante tamanha bruxaria presente nas musicas.
Aquilo que poderia ser á partida mais um album maricas, transformou-se num dos mais estranhamente viciantes albuns deste ano..e se não acreditam ouçam só por exemplo a "Drawning Down The Moon" a "Witchwood" ou o bizarro misticismo dos oito minutos da "The Magician".
Bruxaria?
Talvez, mas que isto resultou á terceira tentativa lá isso resultou e é isso que importa mesmo que seja apenas bruxaria ancestral levezinha comparado com aquilo que ás vezes se mostra por aqui...
Recomendo!
Nordløst-Collapse
A Estonia nunca foi particularmente conhecida por grandes movimentações dentro da musica extrema, mas estes Nordløst conseguiram captar um pouco a minha atenção, trata-se de um projeto criado pelos musicos M. Kittask e T. Tomberg, que nesta curta amostra dada pelo Bandcamp demonstram que existem muitas boas ideias dentro daquelas cabeças..
São duas faixas que compoem este ep (lançado em registo "name your price") que podem não trazer nada de novo ao movimento Post qualquercoisa, mas que me soaram bastante bem, principalmente pelo ambiente gerado ao longo dos pouco mais de 15 minutos de duração..as influencias são notorias e remetem-nos um pouco para aquilo que bandas como Callisto, Isis ou uns KWC fazem ou fizeram num passado não muito distante.
Musicalidade que capta a atenção e onde a tal "atmosfera" dá uma tonalidade bastante fria e vibrante aos temas transformam este "Collapse" numa curta mas ao mesmo tempo colossal obra que acaba por surpreender bastante, uma banda a ter em atenção nos proximos tempos se gostam deste tipo de jogadas musicais, ficam aqui os temas...enjoy.
São duas faixas que compoem este ep (lançado em registo "name your price") que podem não trazer nada de novo ao movimento Post qualquercoisa, mas que me soaram bastante bem, principalmente pelo ambiente gerado ao longo dos pouco mais de 15 minutos de duração..as influencias são notorias e remetem-nos um pouco para aquilo que bandas como Callisto, Isis ou uns KWC fazem ou fizeram num passado não muito distante.
Musicalidade que capta a atenção e onde a tal "atmosfera" dá uma tonalidade bastante fria e vibrante aos temas transformam este "Collapse" numa curta mas ao mesmo tempo colossal obra que acaba por surpreender bastante, uma banda a ter em atenção nos proximos tempos se gostam deste tipo de jogadas musicais, ficam aqui os temas...enjoy.
Lightsystem-Lost Language
Muito provavelmente estamos perante um dos albuns mais demolidores de 2013, não que isto seja uma peça de destruição massiva, mas pelo efeito viajante que provoca durante a audição.
Esta banda americana afirma-se e deixa a concorrencia a leguas com este registo, mais, se ainda choram o fim de Isis, este projeto é muito mais que um simples ombro amigo para largar umas lagrimas resultantes do funeral da banda do Turner, e podem esquecer o novo de Palms que ao pé deste "Lost Language" quase que não é nada.
Afirmação forte e provocatoria?
Talvez sim, mas depois de ouvirem esta hora certamente tambem me vão dar alguma razão é que o hibrido sonoro que vagueia entre alguns dos nomes maiores do corrente universo Post-Rock aqui não só é refinado como a substancia que se extrai é de uma cristalidade e clareza que nos atravessa a alma e deixa a pensar que raio se passou aqui..
Por entre momentos brilhantes de peso e ambiencias algo cosmicas a banda americana consegue criar de uma forma absolutamente brilhante um dos registos mais envolventes e carismaticos dos ultimos tempos, brincando, juntando e inovando num estilo onde quase já se ouviu tudo ou aparentemente tudo.
A voz do Danny Byrne é outro dos destaques do album, sendo basicamente o ponto de equilíbrio entre o lado cosmico da parte instrumental com um certo lado mais humano que as faixas transmitem depois no seu todo, originando uma estranha dualidade onde a envolvencia ganha os tais contornos mais planantes como se isto fosse uma especie de ascenção até ao grande oceano negro.
Estranhamente olhando para a capa do album é essa uma das ideias que fica.
Alguns albuns procuram isso mesmo, jogar um pouco com o lado surreal e fazer com a musica nos consiga tirar ou fazer sair algo de nós e este album na minha opinião não só o consegue fazer como nos deixa ainda depois estaticos bem lá em cima..
Influencias mais notorias presentes aqui vão dos obvios Isis, aperfectcircle, Deftones, Cerna, Tool, GIAA, Godspeed! etc a timidez do shoegaze tambem se afirma e tudo isto misturado origina um dos albuns mais surpreendentes que ouvi nestas ultimas semanas.
Recomendadissimo, não deixem que isto vos passe ao lado, podem escutar o album aqui:
Sinistro-Cidade
A Patricia Andrade é assombrosa, angelical, monstruosa, deliciosa, assustadora, sussurrante, perversa, infantil...feiticeira!
E Sinistro é um eco bem negro saido das ruas de uma qualquer cidade perdida a altas horas da noite enquanto somos perseguidos por um sucubus...que nos consome durante a viagem...
"Vem visitar-me?
Aonde?
Aqui....."
RECOMENDADO e OBRIGATORIO!
The Oath-Night Child / Black Rainbow (7´)
Out JUNE 7 2013 on HIGH ROLLER RECORDS in Europe
and JULY 2 on ELECTRIC ASSAULT RECORDS in North America.
Limited to 500 copies worldwide: 350 copies on black vinyl + 150 copies on pantone gold vinyl.
EUROPEAN RELEASE AVAILABLE NOW!
Order online at hrrshop.de and electricassaultrecords.com.
Released 17 April 2013
Side A Night Child
Side Ω Black Rainbow
All songs by The Oath
Johanna Sadonis / Vocals
Linnéa Olsson / Guitars
Simon Bouteloup / Bass
Vincent Wager / Drums
Recorded, mixed and mastered December 2012/January 2013
by Christoph "Tiger" Bartelt in Tiger Studio, Berlin.
Logo by Erik Danielsson, Trident Arts.
Cover photo by Heike Schneider-Matzigkeit.
Layout by Jan Utecht.
Young Lions-Songs One Through Four (demo)
O line-up de Young Lions é o seguinte:
Noah Landis (Neurosis)
Tyler Cox (The Mass)
Wes Anderson (Idiot Flesh)
A sonoridade é um hibrido que percorre o Post- atual com laivos de Indie/Grunge/Neo Crust whatever que por vezes soa ao brutal ambiente do ultimo de KWC...
Chega para despertar a curiosidade?
Não? Então ouçam:
Hollow Ghost-Renewal
Men Eater acabou!
Parece sina (das más) as boas bandas nacionais não se aguentarem e a culpa não pode ser somente da pirataria, mas isto digo eu...que só vim ver a bola.
Mas se uns fecham as portas outras se abrem ainda mais brilhantes, é o caso do novo projeto Hollow Ghost (do vocalista de Men Eater aos comandos)...que mostram o muito interessante ep Renewal.
Sem duvida uma das propostas que mais expectativas me gerou, musicalidade bem interessante, poderosa, um pouco orelhuda é certo, mas muito cativante ou não fosse isto criado por um dos musicos mais á frente do atual panorama nacional...
Senhoras e Senhores apresento-vos Hollow Ghost:
Parece sina (das más) as boas bandas nacionais não se aguentarem e a culpa não pode ser somente da pirataria, mas isto digo eu...que só vim ver a bola.
Mas se uns fecham as portas outras se abrem ainda mais brilhantes, é o caso do novo projeto Hollow Ghost (do vocalista de Men Eater aos comandos)...que mostram o muito interessante ep Renewal.
Sem duvida uma das propostas que mais expectativas me gerou, musicalidade bem interessante, poderosa, um pouco orelhuda é certo, mas muito cativante ou não fosse isto criado por um dos musicos mais á frente do atual panorama nacional...
Senhoras e Senhores apresento-vos Hollow Ghost:
Atlantis-Mistress Of Ghosts
High Priest of Saturn-High Priest of Saturn (demo)

Fantastica demo deste trio nordico.
Apenas duas faixas mas com uma extraordinária qualidade sonora que nos remete para o psicadelismo sonoro das bandas setentistas embora com uma cobertura mais atual da vaga fumarenta de uns Electric Wizard ou Jex Thoth..
E numa altura que este tipo de som surge e vai nascendo como cogumelos, convem saber distinguir o bom do mau e o caso aqui destes High Priest Of Saturn assumem-se desde já como uma das propostas mais interessantes para quem gosta ou está a descobrir este tipo de ambiências.
Os temas exploram como já referi o lado mais psicadelico da musica Rock, mas as coisas não funcionam demasiado intricadas ou aborrecidas como acontece por vezes nalguns albuns, nem tão pouco se assiste a um simples destilar de influencias narcoticas do Pos qualquer coisa..
O uso do Hammond cria um efeito que vagueia entre o espacial e o alucinado, o que subjugado com os monstruosos e lentos riffs criam um impacto sonoro brutal e com uma estranha mas deliciosa vibração..
A voz feminina entoada em formato quase ceremonial e meio ritualista são outro interessante aspecto que ao unir-se com o que tenho descrito acaba por nos fazer mexer e remexer os sentidos e atua quase como se estivessemos a viajar por dentro de uma agradavel trip (sonora) que nos leva e eleva até ao infinito (daqueles bem coloridos).
Resumindo, isto acaba por ser obrigatorio e aconselho bastante a descoberta deste jovem trio vindo de Trondheim formado pelo Robert, Andreas e Merethe acreditem que valerá bem a pena como poderão ouvir em baixo.
Se gostaram:
To buy a demo CDr, please send your order to: highpriestofsaturn@gmail.com
Heliotropes-Ribbons

Para acalmar um pouco as coisas mostradas nos ultimos tempos, seguem-se agora Heliotropes, uma jovem vinda de Brooklyn formada por quatro meninas que no seu primeiro 7´mostram uma sonoridade bem gira.
De envolvencia inspirada no lado mais psicadelico do Stoner/Rock e correndo por caminhos que se aproximam por vezes de universos Indie este ep de duas faixas acaba por ser bastante interessante, não é nada de mais, é verdade mas por aqui tem soado uma autentica delicia sonora.
http://www.megaupload.com/?d=7A2Q5HR9
Deixo aqui o bandcamp: http://heliotropes.bandcamp.com/
Trillion Red
11 as in Adversaries-The Full Intrepid Experience of Light

Aquilo que vão ouvir neste album seria o novo album de Glorior Belli e na altura quando se começaram a espalhar os primeiros ecos muita gente ficou de boca aberta tal não eram as drasticas mudanças em relação ao ultimo album dos franceses.
Talvez devido á polemica que se instalou o Infestvvs resolveu deixar Glorior Belli sossegado e criar um novo projeto onde poderia explorar de uma maneira mais "calma" aquilo que reuniu nos ultimos tempos.
Sinceramente a abertura sonora que se notava no "Meets Us..." de certa forma já antevia que a banda se focasse ainda mais numa num som mais cientifico, mas sejamos tambem reais nunca ninguem pensaria que as mudanças fossem tão drasticas.
Aquilo que se ouve neste album é realmente muito estranho e a ser lancado com o selo Glorior Belli, para além de acabar com a banda como a conhecemos afastaria 95% dos fans..optaram pelo lado mais sensato, se é que se pode escrever isso e fizeram bem.
Mas continuando, o som que se ouve neste "The Full Intrepid Experience of Light" é uma criação de laboratorio, totalmente decadente onde o duo J. e G. se diverte a explorar o lado mais vanguardista lançado por bandas como Virus, Arcturus ou VBE, só que o resultado não é nada agradavel, os temas são demasiado inconstantes, desprovidos de qualquer alma e onde falha o lado mais explorador do som embora possa não parecer á primeira.
È aborrecido e salva-se pouca coisa, talvez somente as faixas "The Night Scalp Challenger" e "Verses From Which to Whirl" mereçam algum destaque (talvez por terem ainda uma restia dos outros), mas estão encobertas numa nuvem de deja-vu que pouco consegue cativar quem as ouve.
Os vocais tambem não ajudam, na grande maioria dos temas não funcionam parecem desolados e isso nota-se ainda mais quando o som entra no lado mais vanguardista.
Resumindo é fraquinho, pode ter os seus momentos mas no mesmo campeonato mais vale ouvirem o novo de Virus ou Lifelover, ao menos as cabeças por detrás destes têm as ideias mais fervilhantes e bastante mais desenvolvidas, algo que nem de perto nem de longe acontece com o Infestvvs e com "11 as in Adversaries", embora se note que não existe receio de entrar noutras frentes, mas precisam de muito mais para sairem desta banalidade sonora.
http://www.mediafire.com/?54e3a0srja53g3i
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