Shining - Tillsammans Är Vi Allt (Official Video 2012)
Tillsammans Är Vi Allt' is taken from the band's seventh studio album, 'VII / Född Förlorare', out now via Spinefarm. Shining's brand new album, 'Redefining Darkness', is out October 29, also via Spinefarm.
Dephosphorus-Night Sky Transform
Trinta minutos!
È o tempo que chega para novamente o trio grego Dephosphorus destruir tudo á volta e mandar cá para fora um dos melhores albuns deste genero dos ultimos tempos.
Não, aqui não se pega na sonoridade sueca para dar peso e mostrar que se está dentro da cena, não se usa vocais berrados daqueles á At The Gates, aqui faz-se tudo de outra forma, vão se buscar aqueles classicos do Crust, enfiam-se dentro de um caldeirão onde os ingredientes são tão venenosos que tanto podem ir ao encontro daquelas dissonancias mais proximas de uns nomes atuais do BM mais vanguardista, como de repente e quase por artes magicas puxar o legado de uns Nasum ou Nails das faixas mais violentas, isto tudo é claro como a agua mas a sujidade Dephosphoriana é que continua a mandar e a controlar totalmente a maquina.
O resultado final é soberbo, e a propria construção e ambiente dos temas transmite uma aura muito estranha, não muito usual nos albuns deste estilo.
Já no anterior a banda tinha muito boas indicações, indicações essas totalmente aqui confirmadas e mostrando realmente que Dephosphorus são talvez um dos mais potentes concorrentes com aquele som tão em voga atualmente e que veio preencher uma lacuna dentro de um movimento que apesar de ter alguns bons momentos ainda não tinha conseguido explodir realmente, como acontece nos dias de hoje.
Até a propria tematica lirica está totalmente á parte daquilo que usualmente se apanha neste genero, o que a meu ver só demonstra que até nestes pequenos pormenores isto está um pouco mais além do resto do rebanho.
Algo que realmente adorei foi mesmo o som da guitarra, forte e pesadão conseguindo fazer um contra-balanço quase surreal entre algo mais antigo com aquilo que muitos hoje se entretem a jogar, alias basta ouvir com atenção uma "The Astral Putsch II: Array of Truth", uma "Unconscious Excursion (The Hidden Galactic Truth and a Sphere Full of Sorcerous Solutions)" ou a "Uncharted" (aquele riff aos 2m destroi-me!) para se ter uma noção mais realista daquilo que estou praqui a dizer.
Um album fodido, noturno, e de um vicio enervante mas com um efeito nefasto logo na primeira escuta que pior...as coisas ainda se tornam muito mais complicadas ao fim de umas 15 ou 20 escutas...
All HAIL AURORA!!!!
Ouçam aqui:
È o tempo que chega para novamente o trio grego Dephosphorus destruir tudo á volta e mandar cá para fora um dos melhores albuns deste genero dos ultimos tempos.
Não, aqui não se pega na sonoridade sueca para dar peso e mostrar que se está dentro da cena, não se usa vocais berrados daqueles á At The Gates, aqui faz-se tudo de outra forma, vão se buscar aqueles classicos do Crust, enfiam-se dentro de um caldeirão onde os ingredientes são tão venenosos que tanto podem ir ao encontro daquelas dissonancias mais proximas de uns nomes atuais do BM mais vanguardista, como de repente e quase por artes magicas puxar o legado de uns Nasum ou Nails das faixas mais violentas, isto tudo é claro como a agua mas a sujidade Dephosphoriana é que continua a mandar e a controlar totalmente a maquina.
O resultado final é soberbo, e a propria construção e ambiente dos temas transmite uma aura muito estranha, não muito usual nos albuns deste estilo.
Já no anterior a banda tinha muito boas indicações, indicações essas totalmente aqui confirmadas e mostrando realmente que Dephosphorus são talvez um dos mais potentes concorrentes com aquele som tão em voga atualmente e que veio preencher uma lacuna dentro de um movimento que apesar de ter alguns bons momentos ainda não tinha conseguido explodir realmente, como acontece nos dias de hoje.
Até a propria tematica lirica está totalmente á parte daquilo que usualmente se apanha neste genero, o que a meu ver só demonstra que até nestes pequenos pormenores isto está um pouco mais além do resto do rebanho.
Algo que realmente adorei foi mesmo o som da guitarra, forte e pesadão conseguindo fazer um contra-balanço quase surreal entre algo mais antigo com aquilo que muitos hoje se entretem a jogar, alias basta ouvir com atenção uma "The Astral Putsch II: Array of Truth", uma "Unconscious Excursion (The Hidden Galactic Truth and a Sphere Full of Sorcerous Solutions)" ou a "Uncharted" (aquele riff aos 2m destroi-me!) para se ter uma noção mais realista daquilo que estou praqui a dizer.
Um album fodido, noturno, e de um vicio enervante mas com um efeito nefasto logo na primeira escuta que pior...as coisas ainda se tornam muito mais complicadas ao fim de umas 15 ou 20 escutas...
All HAIL AURORA!!!!
Ouçam aqui:
Dopethrone-III
O Dark Foil é e continua a ser um dos albuns que mais tem destaque quando as coisas não correm muito bem, digamos que tem um efeito entre a terapia e a desgraça total por estes lados...
E chegados á parte III da carreira dos canadianos Dopethrone, a vida continua a ser tudo menos prados verdejantes e passarinhos a voar.
Quem os conhece já sabe bem ao que vem e a tematica explorada continua totalmente embrulhada nos aspetos menos bons (ou não) da nossa vida, onde as drogas, o oculto e as experiencias pessoais degradantes se asssumem como o ponto de união entre a sonoridade arrastada, lamacenta mas bem extrema, originando algo semelhante a uma estranha trip de efeitos alucinantes.
Os riffs e a voz do Vincent Houde (ex-Vatican), continuam a ser o pulsar da banda, prestando um autentico tributo a bandas como EHG ou Electric Wizard (duas influencias mais que obvias acrescente-se), mas se homem é mais que competente naquilo que aqui mostra o resto do trio tem novamente atitude mais que suficiente para tornar este III num dos albuns essenciais dentro do espectro Sludge-Doom deste ano.
Carismatico, potente, viciante são sinonimos mais que obrigatorios para se descrever estas cinco monstruosas faixas e este album vale pelo seu todo ao contrario do anterior onde se destacavam ligeiramente algumas faixas de outras, aqui o poder do riff eleva-se e agarra-nos pelos colarinhos e faz-nos quase entrar num estado de transe...e quando se ouve aquele "In a world of blackness, there are no days, no nights, no seasons, only endless existence..." da intro do album, pronto já se sabe que algo de muito estranho ai vêm.
Essencial.
E chegados á parte III da carreira dos canadianos Dopethrone, a vida continua a ser tudo menos prados verdejantes e passarinhos a voar.
Quem os conhece já sabe bem ao que vem e a tematica explorada continua totalmente embrulhada nos aspetos menos bons (ou não) da nossa vida, onde as drogas, o oculto e as experiencias pessoais degradantes se asssumem como o ponto de união entre a sonoridade arrastada, lamacenta mas bem extrema, originando algo semelhante a uma estranha trip de efeitos alucinantes.
Os riffs e a voz do Vincent Houde (ex-Vatican), continuam a ser o pulsar da banda, prestando um autentico tributo a bandas como EHG ou Electric Wizard (duas influencias mais que obvias acrescente-se), mas se homem é mais que competente naquilo que aqui mostra o resto do trio tem novamente atitude mais que suficiente para tornar este III num dos albuns essenciais dentro do espectro Sludge-Doom deste ano.
Carismatico, potente, viciante são sinonimos mais que obrigatorios para se descrever estas cinco monstruosas faixas e este album vale pelo seu todo ao contrario do anterior onde se destacavam ligeiramente algumas faixas de outras, aqui o poder do riff eleva-se e agarra-nos pelos colarinhos e faz-nos quase entrar num estado de transe...e quando se ouve aquele "In a world of blackness, there are no days, no nights, no seasons, only endless existence..." da intro do album, pronto já se sabe que algo de muito estranho ai vêm.
Essencial.
Cult Of Fire-20:11 (ep)
Já mostrei aqui á uns dias numa das ultimas premonições um cheirinho do primeiro album dos checos Cult of Fire, não sei se alguem ficou interessado naquilo que ouviu senão, mas pelo que já ouvi acho que será um daqueles albuns que têm tudo para agradar a qualquer apreciador de BM daquele gerado na segunda vaga dos anos 90...
Entretanto deixo aqui o ep do ano passado chamado 20:11 , que tambem é bastante interessante na minha opinião, são duas faixas apenas mas com um efeito sonoro muito bom e que serve para desenjoar de muito daquilo que atualmente vamos ouvindo dentro do genero.
http://depositfiles.com/files/k33zavzyb
Fica aqui uma das faixas:
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