Mostrar mensagens com a etiqueta Crust. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Crust. Mostrar todas as mensagens
Premonições: Vale
Poderosa banda norte americana que reune ex-musicos de Black September, Lycus, Reivers e Ulthar e que se prepara para lançar o seu primeiro album..intensa descarga de blackened sludge com laivos de neo-crust, projeto para seguir com alguma atenção..em baixo a primeira demo e o primeiro avanço para o album.
Album a editar no proximo mês de Maio.
Demo de 2017
Ramlord - S/T (ep)
Regresso tambem de Ramlord, desta vez com mais um ep onde a banda continua a prestar culto a bandas como Amebix/Neurosis dos primordios.
São duas faixas onde nos pouco mais de dez minutos a banda se apresenta numa toada que vagueia entre o primitivo crust/punk tudo envolto em cores geralmente associadas ao sentimento DIY (que tanto estas bandas gostam) e onde a saliente melodia e as aberrantes vocalizações jogam entre si criando uma musicalidade que embora seja completamente deja-vu tem os seus momentos interessantes como acontece no incio da "The Breached Sanctum" que abre o curto ep.
Se gostam deste tipo de sonoridades fica a dica para explorarem nos proximos tempos.
Mortals/Repellers - Split
Novo split/10' para as demolidoras Mortals, desta vez com os "desconhecidos" Repellers.
Se do lado das meninas, a faixa presente neste 10' não acrescenta absolutamente nada de novo áquilo que mostraram no "Curse To The See The Future" do ano passado os restantes temas da banda vinda dos lados da Pennsylvania é que acabam por valer realmente a escuta deste material...
Não que seja algo que nos deixe de queixo caido, mas o Sludge/Thrash Metal/Crust criado por este trio de barbudos é realmente bem poderoso e acredito que vai apelar bastante á nova geração de ouvintes destes rotulos onde existe um um equilibrio bastante sobrio entre a melodia vs extremo e nesse aspeto a banda consegue realmente levar a agua ao seu moinho.
Musicalmente são dois projetos bastante parecidos entre si e vale uma escuta se forem fans de Mortals e quiserem ouvir pela primeira vez os tais Repellers que se preparam para lançar o primeiro album este ano.
Kvlthammer - Kvlthammer
Bastante interessante este album de Kvlthammer, banda que faz uma mistura bem catchy de coisas que vão do d-beat ao Black n' Roll dando origem a um daqueles albuns sujos com um intenso cheiro a tasca velha e porrada por todos os lados...
Se gostam daquilo que Darkthrone tem feito isto é para vocês...e mais se gostam de Motorhead vão adorar!
Cliquem em baixo.
Disthrone-Anti-System (demo)
O Crust como estilo musical nos dias de hoje vive momentos de "glória", não que isto se deva a algum aspeto sobrenatural mas antes pela quantidade de bandas que hoje em dia vão buscar influencias ao lado mais sombrio do Punk e nesse aspeto tanto temos projetos de BM que seguem a ideologia politica de esquerda ou de direita ou o lado mais ecologico (como acontece em inumeras bandas norte americanas), como bandas de suposto Thrash Metal que ás tantas andam tão perdidas que confundem os riffs e para terminar em projetos com o tal novo termo Neo-Crust agarrado ás costas...
Disthrone, são jovens e nada inocentes pelo que mostram nesta demo já que a sonoridade é claramente feita com base no lado mais agreste do estilo sem grandes malabarismos sonoros, a coisa é pura, dura e carregada de sujidade como se pretende no estilo onde estão inseridos.
Quatro temas mais uma cover de Darkthrone (da fase parva) tudo em pouco mais de 10 minutos mas que deixa boas indicações para o futuro, isto se optarem por dois caminhos:
Adicionarem mais melodias espinhosas ao jeito da "Mistress of Evil" aos novos temas ou simplesmente carregarem no acelerador e transformarem-se numa maquina letal de d-beat, mas para já isto está bonito!
Windmill of Corpses-Demo
Fantastico!!!
Extremo!!!
Refrescante!!!
Ladies and Gentleman may i present to you Windmill of Corpses....
Birds-Demo 2012

Uma das bandas portuguesas que mais gostei nos ultimos tempos foram os BIRDS, primeiro porque são talvez dos poucos nomes com carisma e atitude (pelo menos no som que mostram) que conseguem fazer frente tambem com aquilo que mais está em voga lá por fora..
Explico, esta curta apresentação demonstra uma banda jovem já com vontade de percorrer os espinhosos caminhos geralmente associados aos Dark-Core onde a violencia sonora assume as redeas e se funde em algo que anda ali perdido entre o Post-Hardcore, o Crust, o Sludge e algo meio sulista, o resultado é bem intenso e a voz mesmo sendo um pouco basica consegue ser agreste o suficiente para agarrar pelos colarinhos a excelente parte instrumental.
Não existe muito mais a dizer já que as 5 faixas e o pouco mais de 10 minutos falam por si...ora ouçam:
...e vejam:
Moloch/Closure-Split
Em poucas palavras muito potente este split entre os ingleses Moloch e Closure, pouco mais de 10 minutos, mas de uma intensidade brutal.
Powerviolence, crust e hardcore hard n fast pelo lado de Closure e por outro aquele Sludge verdadeiramente filha da puta como só os ingleses Moloch sabem fazer, provando e continuando ser na minha opinião uma das melhores bandas do estilo atualmente, alias esta faixa é muito boa mesmo.
Ouçam aqui:http://www13.zippyshare.com/view.jsp?locale=pt&key=16890169
Powerviolence, crust e hardcore hard n fast pelo lado de Closure e por outro aquele Sludge verdadeiramente filha da puta como só os ingleses Moloch sabem fazer, provando e continuando ser na minha opinião uma das melhores bandas do estilo atualmente, alias esta faixa é muito boa mesmo.
Ouçam aqui:http://www13.zippyshare.com/view.jsp?locale=pt&key=16890169
Mortals-Death Ritual (ep)
Nascidos de uma tribute band a Slayer o trio norte americano Mortals está de volta com um novo ep de duas faixas absolutamente viciantes onde o Sludge, o Punk se fundem em algo com pitadas de Slayer..pouco mais a dizer a não ser, potente, forte e criado por meninas com uma excelente atitude:
Dephosphorus-Night Sky Transform
Trinta minutos!
È o tempo que chega para novamente o trio grego Dephosphorus destruir tudo á volta e mandar cá para fora um dos melhores albuns deste genero dos ultimos tempos.
Não, aqui não se pega na sonoridade sueca para dar peso e mostrar que se está dentro da cena, não se usa vocais berrados daqueles á At The Gates, aqui faz-se tudo de outra forma, vão se buscar aqueles classicos do Crust, enfiam-se dentro de um caldeirão onde os ingredientes são tão venenosos que tanto podem ir ao encontro daquelas dissonancias mais proximas de uns nomes atuais do BM mais vanguardista, como de repente e quase por artes magicas puxar o legado de uns Nasum ou Nails das faixas mais violentas, isto tudo é claro como a agua mas a sujidade Dephosphoriana é que continua a mandar e a controlar totalmente a maquina.
O resultado final é soberbo, e a propria construção e ambiente dos temas transmite uma aura muito estranha, não muito usual nos albuns deste estilo.
Já no anterior a banda tinha muito boas indicações, indicações essas totalmente aqui confirmadas e mostrando realmente que Dephosphorus são talvez um dos mais potentes concorrentes com aquele som tão em voga atualmente e que veio preencher uma lacuna dentro de um movimento que apesar de ter alguns bons momentos ainda não tinha conseguido explodir realmente, como acontece nos dias de hoje.
Até a propria tematica lirica está totalmente á parte daquilo que usualmente se apanha neste genero, o que a meu ver só demonstra que até nestes pequenos pormenores isto está um pouco mais além do resto do rebanho.
Algo que realmente adorei foi mesmo o som da guitarra, forte e pesadão conseguindo fazer um contra-balanço quase surreal entre algo mais antigo com aquilo que muitos hoje se entretem a jogar, alias basta ouvir com atenção uma "The Astral Putsch II: Array of Truth", uma "Unconscious Excursion (The Hidden Galactic Truth and a Sphere Full of Sorcerous Solutions)" ou a "Uncharted" (aquele riff aos 2m destroi-me!) para se ter uma noção mais realista daquilo que estou praqui a dizer.
Um album fodido, noturno, e de um vicio enervante mas com um efeito nefasto logo na primeira escuta que pior...as coisas ainda se tornam muito mais complicadas ao fim de umas 15 ou 20 escutas...
All HAIL AURORA!!!!
Ouçam aqui:
È o tempo que chega para novamente o trio grego Dephosphorus destruir tudo á volta e mandar cá para fora um dos melhores albuns deste genero dos ultimos tempos.
Não, aqui não se pega na sonoridade sueca para dar peso e mostrar que se está dentro da cena, não se usa vocais berrados daqueles á At The Gates, aqui faz-se tudo de outra forma, vão se buscar aqueles classicos do Crust, enfiam-se dentro de um caldeirão onde os ingredientes são tão venenosos que tanto podem ir ao encontro daquelas dissonancias mais proximas de uns nomes atuais do BM mais vanguardista, como de repente e quase por artes magicas puxar o legado de uns Nasum ou Nails das faixas mais violentas, isto tudo é claro como a agua mas a sujidade Dephosphoriana é que continua a mandar e a controlar totalmente a maquina.
O resultado final é soberbo, e a propria construção e ambiente dos temas transmite uma aura muito estranha, não muito usual nos albuns deste estilo.
Já no anterior a banda tinha muito boas indicações, indicações essas totalmente aqui confirmadas e mostrando realmente que Dephosphorus são talvez um dos mais potentes concorrentes com aquele som tão em voga atualmente e que veio preencher uma lacuna dentro de um movimento que apesar de ter alguns bons momentos ainda não tinha conseguido explodir realmente, como acontece nos dias de hoje.
Até a propria tematica lirica está totalmente á parte daquilo que usualmente se apanha neste genero, o que a meu ver só demonstra que até nestes pequenos pormenores isto está um pouco mais além do resto do rebanho.
Algo que realmente adorei foi mesmo o som da guitarra, forte e pesadão conseguindo fazer um contra-balanço quase surreal entre algo mais antigo com aquilo que muitos hoje se entretem a jogar, alias basta ouvir com atenção uma "The Astral Putsch II: Array of Truth", uma "Unconscious Excursion (The Hidden Galactic Truth and a Sphere Full of Sorcerous Solutions)" ou a "Uncharted" (aquele riff aos 2m destroi-me!) para se ter uma noção mais realista daquilo que estou praqui a dizer.
Um album fodido, noturno, e de um vicio enervante mas com um efeito nefasto logo na primeira escuta que pior...as coisas ainda se tornam muito mais complicadas ao fim de umas 15 ou 20 escutas...
All HAIL AURORA!!!!
Ouçam aqui:
Dead Tooth-Vile Response
Dallas, terra de petroleo e do JR Ewing mas não só!
Meninas e meninos apresento-vos Dead Tooth, é só amor para ouvirem juntamente com as vossas namoradas numa destas tardes solarengas bem altinho!
3, 2, 1, Go.....
Estes moços vão ser grandes!!
Göatfukk-Procession of Forked Tongues

"Procession of Forked Tongues", mereceu por aqui o premio de melhor album nacional do ano passado, mesmo não tendo saido oficialmente na altura o material que compoe este ep, merece e continua a merecer alguma divulgação, já era para o ter feito, mas deixei acalmar um pouco as coisas para ver se isto volta a ter alguma curiosidade por parte de alguns de vós.
Os Göatfukk são na minha opinião uma das mais interessantes bandas atualmente dentro do movimento europeu e mesmo não tendo uma maquina promocional por detrás ou nomes que agradem ou chamem muito, a união que existe nesta maquina de terrorismo extremo acaba por deixar a musica falar por si e bem vistas as coisas é isso que realmente acaba por importar.
São seis faixas mais uma cover de Wolfpack (que finaliza o album), onde a banda (agora com algumas alterações de line-up) prova que ainda se vai fazendo algo de interessante nestes tempos onde tudo parece igual.
A sonoridade é um hibrido que percorre varias areas extremas que vão desde a crueza Punk-Crust n´Roll e acabam naquele BM de tendencia mais suja do atual d-beat, embora aqui o som não seja aquele necro-qualquer-coisa como poderá deixar a entender, nesse contexto sobra somente parte lirica do ep, algumas linhas totalmente dedicadas ás velhinhas das missas de Domingo..
Aproximam-se bastante dos ambientes de uns Craft, embora aqui com aquele tal sabor anarquico que falei em cima e a propria produção é poderosa quanto baste, ouçam por exemplo a selvajaria de uma We Are The Spear, a Black Candles Burn ou até mesmo a cover de Wolfpack para terem uma ideia.
Destaque tambem para os excelentes vocais do W. (minha opinião talvez o seu melhor registo até hoje nestas lides), mostrando a sua força no meio deste som ferrugento e cravando literalmente os pregos na cruz do Senhor, superando mesmo o material de Decayed na minha opinião, tambem não era dificil, diga-se..mas embora as sonoridades diferentes, o line-up que vomitou isto está totalmente noutro nivel.
Extremo mas ao mesmo tempo cativante, este ep é daquelas coisas que dão um prazer tremendo ouvir bem alto, porque tudo parece fazer sentido e o proprio som tem tiques de alguma originalidade, talvez devido mesmo aos projetos por onde estão ou estiveram os musicos aqui presentes, mas as coisas acabam por soar eficazes no final.
E sinceramente não encontro muitas bandas atualmente que se enquadrem neste tipo de som ou que provoquem aquele estranho sentido de podridão vs entranhamento com esta perspicácia e direi até mesmo inteligencia, mesmo sabendo do alto teor alcoolico que isto acaba por ter.
Sem qualquer duvida uma das melhores bandas atualmente em Portugal, só espero é que as coisas não se percam a partir daqui...
O ep ainda está a venda se gostarem fica aqui o mail: Orders (7€ + shipping costs): goatfukk@hotmail.com
This Gift Is A Curse - I, Guilt Bearer
ThisGiftIsACurse foram e tem sido o som dos ultimos tempos por estes lados, e quando se julgava que o cadaver do movimento Post-Core já estava mais que devorado por milhares de vermes eis que surge uma oferenda vinda da Suécia que não só me parece dar mais uma estocada no corpo inerte do movimento como ainda se diverte a usa-lo para um pseudo-ritual de contornos macabros.
Estranha definição não é?
Mas quando ouvirem o novo album da banda com saida agendada para o proximo mês de maio, vão entender o porquê, mas mesmo assim vou tentar descrever isto..
Este album para além de ser uma das coisas mais venenosas e excentricas que ouvi nas ultimas semanas consegue criar uma sonoridade que aos meus ouvidos soa como um orgasmo seguido de espancamento.
A sonoridade base é algo com raizes no Core, a voz é agreste, rispida e mal disposta como se pretende, mas tal como aconteceu com bandas como os excelentes Celeste de França estes moços conseguem baralhar as cartas transformar as coisas de uma forma intensa que atualmente só encontre luta no material de AmenRa ou nos "novos" Rorcal.
Não que isto seja doce como mel ou pegue naqueles jogos de fantasia que nos deixam a pensar ou a magicar com as estruturas ritmicas que nos mexem com os sentidos, aqui tudo se gere pela violencia e dureza daquela que geralmente só se encontra naquelas boas bandas que sabem ler e aplicar aquele ocultismo sonoro que nos atira para um abismo musical bastante negro.
Principal destaque deste album é sem duvida o elegante e espinhoso ambiente que é adicionado á tal base Core que falei em cima, ambiente esse que se consegue fundir de uma forma bastante inteligente no meio daquela metalurgia ferrugenta ou dito de outra forma a TGIAC conseguem soar soar como um filho bastardo dos primeiros albuns de Cult of Luna, do Blackened Sludge norte-americano e onde tudo nasce ou é criado num estranho ritual dissonante que bem poderia ter sido feito por alguns dos nomes maiores do Extreme Metal de contornos mais estranhos e vanguardistas..
São nove faixas, nove entradas diretas para as profundezas do Inferno, nove momentos de panico sonoro, nove murros no estomago, nove fogueiras que nos vão consumindo lentamente, nove ligações que se transformam no som de sinos partidos e engolem toda a luz á sua volta.,
Dinamico e criativo o suficiente para deixarem um rasto de enxofre á sua passagem TGIAC mostram aqui que afinal quando se viola e esventra um estilo ainda podem surgir coisas tão doentias que nos deixam com aquela sensação de "medo" mesmo em alturas onde se julga que nada mais existe a fazer.
Não acreditam, ouçam então as seguintes faixas, The Sound of Broken Bells, I Will Swallow The Light, Inferno ou a faixa de abertura The Swarm no meio da escuridão e depois digam que não avisei..
Recomendadissimo e obrigatorio.
O album está em pre-order no site da Discouraged Records e a banda tem duas datas marcadas para Portugal com Hexis (boa cena!) em Setembro dias 29 (Braga) e 30 (esta sem sitio ainda).
Deixo-vos aqui o album para escuta total..enjoy, this is sickshit!
Cara Neir-Stagnant Perceptions
Potente!!
É um dos principais adjetivos que se cravam na nossa cabecinha quando ouvimos o Stagnant Perceptions dos americanos Cara Neir, um dos albuns que mais gozo me tem dado ouvir nas ultimas semanas.
Apesar de datado do ano passado este album acaba por ser uma das coisas mais fofinhas saidas do atual USBM na minha opinião, com uma formação a lá Darkthrone estes moços pegam no cadaver do movimento Black-Metal nordico adicionam-lhe umas facadas proximas do Crust-Core violento, brincam com aquilo que se poderia chamar de Post-Metal-Extremo e apertam-nos com um algo fodidissimo nas trombas deixando no ar uma estranha sensação de que raio foi isto!
Faixas curtas com estruturas musicais que mais parecem cortar ao meio os bizarros Liturgy os nacionais Goatfukk (está quase ai o ep!) e uma qualquer banda de Post-Rock são o prato do dia deste duo vindo de Dallas, mesmo com faixas curtas o efeito é avassalador e tremendamente eficaz.
Poderá parecer uma salganhada mas a forma como os rapazes conseguem misturar todas estas influencias torna o album em algo realmente especial e completamente viciante á medida que se vai ouvindo cada vez mais sejam em espasmos meio hipster-indie (?!) como se confirma numa Amaranthine Figures sejam em tareias tipo The Apothecary.
Falei de Darkthrone no inicio do texto, pois bem (lamento, mas o que vou escrever talvez soe a heresia) mas talvez se o Fenriz fosse mais dado a apanhar influencias mais modernas a banda dele soasse áquilo que Cara Neir aqui mostram é que isto tanto consegue soar datado como de seguida mostrar uma banda com os pés bem assentes no presente sem no entanto sair deslocada daquilo que fazem, escutem com atenção os primeiros minutos da Imperalist Design e depois comparem com o que ouvem numa The Bridge of Despise.
Occultist-Hell By Our Hands (ep)
Occultist
"Lovecraft, Gamma Rays, Post-Collapse, Hidden Hands, Iron Fists, Raw Punk/ Metal sounds..."
Pelo nome não pensem já que vão levar em cima com mais uma daquelas bandas carregadas de fumo ou com ambientes a puxar para o culto das velinhas, antes pelo contrario aqui o unico culto que se presta é o da violencia, já que esta jovem banda se insere numa especie de Punk-Crust-Metal bastante cru e asqueroso.
Liderados por uma vocalista que se atira a nós como um lobo esfomeado os Occultist pegam mais uma vez no retrocesso musical que nos deixa encurralados num beco a levar porrada de todos os lados..
Agressivos e violentos conseguem em faixas como Suppressed Populations mostrar com quantos paus se faz uma canoa no atual movimento Crust-Metal-Punk e meter para o lado algumas bandas supostamente mais em voga atualmente.
Potente e fodidissimo!!
"Lovecraft, Gamma Rays, Post-Collapse, Hidden Hands, Iron Fists, Raw Punk/ Metal sounds..."
Pelo nome não pensem já que vão levar em cima com mais uma daquelas bandas carregadas de fumo ou com ambientes a puxar para o culto das velinhas, antes pelo contrario aqui o unico culto que se presta é o da violencia, já que esta jovem banda se insere numa especie de Punk-Crust-Metal bastante cru e asqueroso.
Liderados por uma vocalista que se atira a nós como um lobo esfomeado os Occultist pegam mais uma vez no retrocesso musical que nos deixa encurralados num beco a levar porrada de todos os lados..
Agressivos e violentos conseguem em faixas como Suppressed Populations mostrar com quantos paus se faz uma canoa no atual movimento Crust-Metal-Punk e meter para o lado algumas bandas supostamente mais em voga atualmente.
Potente e fodidissimo!!
Robocop-II
Mistura doentia de Crust-Sludge-Grind-Industrial é a genese que está por detrás da criação deste monstro ferrugento chamado...Robocop.
Formados por membros de bandas punk como "We Are, The Vultures", "Body Hammer" ou "Divide and Conquer", este trio toma de assalto um estilo que atualmente vai estando cada vez em voga e mesmo sendo declaradamente seguidores de um certo anarquismo sonoro Robocop consegue transmitir uma demente sensação de violencia sonora que não pretende deixar ninguem indiferente, pelo menos neste trabalho e o contraste com a sonoridade algo sem sal dos seus outros projetos tambem é bem marcante já que por vezes juntar peças estranhas entre si pode originar algo giro.
Imaginem o peso de THOU o lado mais violento de Today Is The Day, uma voz feita em farrapos vinda do Punk, os ambientes industriais totalmente sufocantes que trazem a memoria aquele lado mais disfuncional do Sludge/Doom e obtêm uma estranha receita tão venenosa quanto viciante!
Muito interessante mesmo!
Occvlta-We Command The Wolves
Ora se os novos Darkthrone soassem assim?...
Isto foi a primeira coisa que me veio a mente depois de ouvir a demo dos alemães Occvlta "We Command The Wolves", é que este material ao contrario daquilo que a banda do Fenriz anda a fazer agora parece-me muito mais consistente e bem mais interessante.
Uma aberrante mistura de Punk,Crust e BM com um cheiro a alcool que fica entranhado nas colunas ao longo destas seis faixas..
Criatividade é quase nula mas a atitude totalmente FOAD adensa as coisas o que torna estes Occvlta numa das mais interessantes bandas atualmente dentro deste pseudo retrocesso ao jurassico da musica extrema.
Fica no ouvido, dá vontade de levantar o som e mamar uns shots de whiskey enquanto se levantam os punhos a uma qualquer entidade saida dos antros mais profundos do Inferno.
Não existe muito mais a escrever, senão mesmo ouçam esta merda e vão-se foder!!
http://www.megaupload.com/?d=4Z4UPAVG
Young And In The Way Vs Ayr


Bem segue-se agora uma especie de dois em um.
Vamos até á Carolina do Norte e entrar no reino de duas das mais promissoras bandas que atualmente se podem encontrar pelos Estados Unidos.
Começamos pelos causticos Young and in the Way.
Quem teve a oprtunidade de ouvir o primeiro album "I Am Not What I Am" editado já este ano, provavelmente não estaria á espera de encontrar uma sonoridade tão viciante e potente dentro daquilo que atualmente se vai fazendo por territorios hibridos de Crust/BM/HardCore e a forma como conseguem condensar um estrondoso sentido ambiental bem negro com a energia fez com que a banda se demarcasse um bocado do resto do panorama atual.
Este novo ep intitulado "V. Eternal Depression", trás de volta os rapazes á boa forma e desta vez em vez de explorarem o lado mais violento duma maneira mais direta a banda encontra aqui outras tomadas de forma que acabam por restruturar a sua propria sonoridade.
È certo que ainda se encontra esse lado mais crú, mas aqui o som entra por dominios mais ritualistas, ambientais e muito proximos das neblinas do estilo Cascadiano.
Curto, mas com uma intensidade provocante este Eternal Depression vale bem uns tempos de escuta, porque esta banda bem poderá ser umas das proximas nextbigthings a explodirem por ai nos proximos tempos.

http://www.mediafire.com/?dpdztczeptpu624
Fica tambem o album em baixo:
Agora vamos aos AYR.
Parece que estão meio on hold mas o material desta especie de side-project de YAITW é tambem uma das coisas mais interessantes que tive a oprtunidade de ouvir nos ultimos tempos.
Embora com uma sonoridade diferente e mais virada para os campos que atualmente algumas bandas do chamado USBM exploram estes Ayr são realmente fantasticos.
Seguindo uma linha que vagueia ali num estranho limbo que percorre uns Nachtmystium e alguns dos mais sonantes nomes do Eco-BM vindos da cordilheira que percorre os Estados do Pacifico Noroeste americano, esta banda é realmente digna de ser ouvida.
Não abusam daquele extremismo sonoro e não têm receio de entrar ou embater em fiordes gelados nascidos do lado mais Post do estilo, aliás este aspecto cria uma interessante avalanche sonora á medida que se vai ouvindo o ep, dando uma monumental sensação de frieza que nos atira para o meio de uma floresta cheia de neve onde apenas se deslumbram o branco e o preto..
Com um eficiente uso de samples e com uma construção musical muito acima da media este trio mostra aqui talvez um dos mais fantasticos eps que irão ouvir ano dentro dos atuais parametros usados pela nova vaga de BM..
http://www.mediafire.com/?809dy7mlei5b5s5
Finalizando, são duas bandas que recomendo muitissimo!
Enabler-Eden Sank To Gief
Enabler.
Imaginem um camião a vir na vossa direção, passa-vos por cima, ficam todos fodidos no chão a contorcerem-se com dores e de repente aparecem ainda aparecem uns filhasdaputa que vos enfiam um sopapos na tromba.
È assim Enabler e está feita a review!!
FODIDO, SIM MAS MUITO BOM!!
http://www.mediafire.com/?3yoztzvehod
Subscrever:
Mensagens (Atom)












