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Galibot - Euch'Mau Noir bis

“Euch’Mau Noir bis” is a reissue of Euch’Mau Noir, featuring a new mix and master, as well as a new track entitled “Schlamms”.

Mórnu - The Unearthly Becomes Inherent

"An occult EP that blends black metal with death-doom metal. The first chapter deals with the disciple's ordeals on his path of transformation to awaken the Dark Divinity. The EP ends with an act of Theophaneia and the disciple's ascension beyond the veil of structured cosmos."

Vosbúð - Heklugjá

Begotten amidst the wasteland of fire and ice through the conception of uncompromising Volcanic Black Metal: A spelean loophole intricating the grand eerie chasms leading those forlorn and odd ones in pursuit of the self and mysteries of the Earth; An impulse of heathen fervor and fiery craftship striving the tainted thought of the postmodern mood.

OČI VLKA - Demo




OČI VLKA (translated to English: "Eyes of Wolf") is a two-piece band formed in 2018 in the city called Chomutov, which is located in the Ore mountains in Czech Republic. This area is well-known for eternal winters and for a bloody history after the Second World War. OČI VLKA state that they don't have any musical inspirations - "We listen tons of stuff, and this stuff primarily depends on our mood" - but one can certainly detect traces of black metal, death metal, doom, and grind of various stylistic strands each. What results is an utterly ugly smokestack of dread, darkness, and scorched-earth emotion. The physicality is palpable, and leaden with a heft that betrays the band's two-person membership; in fact, OČI VLKA's swarming attack would be irrevocably overwhelming if not for the fact that the duo's songwriting patiently plays itself out, establishing mood just as handily as metallic might, and altogether creates a sensation of hovering hypnosis...all before the reality hits you, HARD, and drags you down to the abyss.

['selvə] - Eléo


Quem teve a oportunidade de ouvir o anterior album destes italianos certamente irá ter uma bela surpresa, é que a banda no espaço de dois anos evoluiu de uma forma fantastica e se inicialmente o que mostraram nesse album não era mais que um aborrecido e banal album de screamo atualmente este projeto transformou-se numa especie de monstro que expande as suas raizes e se assume talvez como uma das melhores e mais interessantes propostas deste genero vindas de Italia.
Neste segundo trabalho o trio confirma claramente que são realmente uma banda a ter em conta (mesmo sendo quase completamente desconhecidos ainda), entram claramente no lote projetos a descobrir o mais rapido possivel, não só devido á qualidade que colocam nos temas a nivel individual como no resultado total e final do album.
O que se explora aqui é quase um compêndio de como fazer um album onde a componente atmosferica explorada principalmente em registos mais proximos do Post-Black se derrete no meio de um tempestuoso mais perigosamente melodico ambiente que deixa uma rasto de desolação á sua volta uma especie de mistura entre uns Rorcal/Sedna/This Gift Is A Curse para se ter uma ideia mais proxima daquilo que se ouve neste Eléo.
Extremo e vibrante, mas não somente porque sim já que a banda soube juntar toda uma amalgama de criatividade conseguindo dissipar o aborrecimento inicial que falei e que estava presente no anterior album e moldar todo o sentido ás coisas de uma forma que sinceramente acaba por dar uma vitalidade nova ao projeto, mesmo abraçando de uma forma clara todo o role de influencias que a banda disseca sejam elas diretamente ligadas aos nomes que falei em cima ou até mesmo em algumas passagens que nos remetem para outros dominios como o que se ouve na fantastica "Alma", um dos pilares do album ou na intensa "Indaco", esta por exemplo quase que podia ser escrita por uma qualquer banda de USBM atual basta ouvir com atenção os riffs e a formula usada...
Resumindo uma bela surpresa e talvez um dos melhores albuns do genero que ouvi nos ultimos tempos e que merece uma escuta atenta por quem se perde por aqui...

Vaiya - Remnant Light


"Vaiya's third album 'Remnant Light' is an aggressive ritual banishment of the darkest aspects of the ego. A progression upward toward the light and away from that which drags us down. Told through three thirteen minute tracks, 'Remnant Light' seeks to exalt the journey toward bliss and repel the darkness that aims to destroy true being.
This album is a more straight forward Black Metal record than the two previous Vaiya releases, which were written specifically for live ritual performance, thus, there is more emphasis put on dense atmosphere and layered instrumentation.
"The light which puts out our eyes is darkness to us. Only that day dawns to which we are awake. There is more day to dawn. The sun is but a morning star." - Henry David Thoreau"

Au-Dessus - Au-Dessus


Preparem-se para os lituanos Au-Dessus, mas preparem-se mesmo porque esta banda vai ser um projetos mais interessantes que vão ouvir este ano.
Finalmente chega até mim o primeiro album desta jovem banda e acreditem que este album é como uma lufada de ar fresco no atual movimento, primeiro pelo secretismo inicial e depois pela forma como foram adensando o misterio sonoro á volta, já que os temas que foram saido criavam uma expectativa não muito comum para uma banda totalmente desconhecida e sem praticamente nenhuma maquina promocional atrás...
E o resultado....bem o resultado, tudo aquilo que anunciava é superado com distinção e não apenas distinção posso escrever mesmo com algum brilhantismo pelo meio.
Quando estas sonoridades começam a entrar cada vez mais numa espiral de enervamento já que tudo começa a soar como igual estes rapazes pegam no Post-Black atual e conseguem dar-lhe um toque bastante pessoal onde se exploram aqueles riffs de guitarra sulista dos ultimos albuns de uns Glorior Belli, se misturam toques de uns THAW, Secrets Of The Moon, algum BM islandes e se envolve tudo num rasto de prazer sonoro associado a bandas como Cerna (dos tempos do "Restoring Life") ou Nontinuum, já dá para terem uma ideia daquilo que se vai encontrar aqui.
Se conhecerem minimamente estes nomes só por si já podem sentir que as referencias são boas e depois é só acrescentar a tal classe da propria banda que falei em cima para originar aquele que para já é um dos melhores albuns deste inicio de ano na minha opinião.
Vocalizações fortissimas, variadas e centradas numa especie de BM moderno é algo que tambem ajuda e que acompanham sem o minimo de esforço a enorme capacidade criativa que a banda obtem quando joga todas as cartas na mesa e um bom exemplo do que falo é escutarem uma faixa como a hiptnotizante "V" que fecha o album com atenção..
Resumindo um album com uma carga quase mistica, com uma misteriosa aura que nos deixa hipnotizados e com vontade de ouvir isto não uma, não duas, nem três...nem seiscentas e sessenta e seis vezes mas transformar isto em algo puramente pessoal!!
RECOMENDADISSIMO!!!


Year of No Light / Bagarre Générale - Year of No Light / Bagarre Générale


Os franceses YONL são na minha opinião uma das bandas mais marcantes dos ultimos anos dentro daquilo que se chama de Post-Metal e uma das que já não vive á sombra das influencias nem precisa de chavões para sobreviver num estilo que continua na crista da onda..
Com uma carreira quase gerada a pulso, sempre conseguiram traçar o seu rumo e criar albuns ou musicas surpreendentes e mais uma vez esta colaboração com Bagarre Generale prova isso mesmo.
Logo a abrir somos arrastados por um tsunami sonoro de nome "Sar-Ha-Olam" onde durante os sete minutos somos presenteados com algo muito proximo e com uma intensidade bem proxima daquilo que a banda mostra ao vivo... colaboração entre os dois nomes do split que acontece no segundo tema ("Chapelle Ardente") onde o ambiente toma as redeas da musica e cria algo que quase que se pode chamar de transcendental tal não é a intensidade sonora que se apodera de nós..doze minutos de um brilhantismo proximo daquilo vindo de alguns lançamentos da CoR, mas sempre agarrado pelo pescoço pela força de YONL...
Mas o grande destaque aqui é mesmo a ultima faixa de Bagarre Generale que fecha o ep (com chave de ouro diga-se) onde somos atirados para uma especie de Post-Black Metal que vagueia estranhamente por algo que tanto poderia estar numa OST de um filme epico qualquer como a dados nomentos nos fazer lembrar tanto os austriacos Summoning como até os proprios YONL com um assustador trombone pelo meio...e o resultado é absolutamente brilhante, e muito provavelmente o melhor ep/split/whatever feito pelos franceses até agora.
Sem mais a acrescentar, a não ser escuta obrigatoria!!!

Premonições: Au-Dessus


"The sound composition is being developed in order to destroy social attitudes, to cause the state of discomfort, to encourage cognitive dissonance and self-destruction. In the morale of painful cracks we are made to destroy and in this way to create; we are drawing our coat of arms on the screens of social cliches and looking beyond the self- imposed boundaries, drowned in cynicism because of god-fearing desire to come into contact with decency. This is our Renaissance and illuminance – your judgement.
Sue and be judged…

Soon...https://www.facebook.com/audessusabove

Premonições: Myrkur - Myrkur


Emerging from the darkness of Scandinavia comes one-woman black metal project Myrkur. Combining the rawness of second wave black metal bands like Ulver and Darkthrone with a natural sonic, ethereal beauty, Myrkur has created a wholly unique perspective on the genre. She elaborates "Nature is a big part of the reason black metal even exists. And all types of pure music that comes from a pure place.

Petrychor - Makrokosmos


Novo album de Petrychor....e sim a qualidade do costume de uma das bandas que melhor funde a melodia, ambiente e musica extrema atualmente na minha opinião!

"The intersection of cosmic and terrestrial influences, music of and from the stars and how we relate to them from our position on Earth. Rest well and travel far, for though you at times may feel that you are without company, hopefully these sounds will remind you that there are others scattered across the globe, who are on a similar journey. Share in it."


Hegemone - Luminosity


Excelente este primeiro registo dos polacos Hegemone!
Uma nova banda vinda do Leste da Europa, mas com uma honestidade musical que aos meus ouvidos já não se encontra muito por ai.
É certo que a sonoridade não é original mas a forma como conseguem misturar diversas camadas de som que vão desde os vocais que nos fazem lembrar o registo de bandas como Blaze of Perdition (com aquele tipico sotaque vocal polaco) até aos ambientes de sintetizadores que nos remetem para aquilo que geralmente está associado ao Sanford Parker, tudo diluido numa atmosfera que percorre o que de melhor se faz dentro do Post-Black Metal, caindo por vezes nas liturgias ortodoxas que geralmente algumas bandas transformam em som, embora aqui sejam como disse percorridos outros rumos, o resultado claro está e feito desta forma é muitissimo interessante, simplesmente porque o quarteto soube dosear a formula usada para transformar o som desta especie de viagem soturna em algo quase mistisco e neste aspeto o uso de um saxofone/sintetizadores ao longo dos temas é algo que convem não esquecer..
Uma sonoridade adulta que procura puxar pelo ouvinte de uma forma não tão direta como tantas vezes se associa a este tipo de ambientes, com resultados bastante interessantes a meu ver e que nos obriga a manter a atenção e os sentidos bem abertos ao longo do album.
Um album que me surpreendeu bastante em todos os sentidos, produção/temas/ambiente e que para já é das coisas mais interessantes que ouvi vindos de uma banda nova nos ultimos tempos..
E se gostaram do ultimo de Kriegsmaschine e ouvem bandas de Post-qualquer-coisa na onda de Isis, Cult of Luna etc...hum não sei, mas talvez tenham aqui um album que vos faça pensar novamente nas bandas cheias de psicadelismo, melancolia, furia e peso que ouvem ou gostaram este ano....
Recomendado!!!

Nontinuum-Unwanted: The Songs From 2010​-​2013


Isto é só a prova de Nontinuum são muito provavelmente um dos poucos projetos que consegue unir o todo o universo do Post e criar algo imenso!!
O album anterior foi dos melhores do ano passado para mas este material aqui contido mesmo ainda incompleto e não final...é qualquer coisa de extraordinario mesmo!!
Cliquem em play ou saquem enquanto isto estiver online que é das melhores coisinhas que por ai andam na minha opinião.
3 years, 13 tracks, 80+ minutes. Anxiety, marijuana and self-reflection.
Most of the songs contained on this release are incomplete, unmixed and unmastered. Each track contains a little back-story.
Any donations go towards making a full-length album with a band in a studio.
NOTE: This is not an official release and will only be available online for a short period of time.
credits
released 21 October 2013
All tracks recorded between 2010 and 2013.
Additional writing contribution from Henry Robinson.

Anagnorisis-Beyond All Light

De quando em vez surgem surpresas assim do nada, ainda mais em estilos que aparentemente vivem num impasse criativo e num beco sem saida, é o caso desta jovem banda norte americana chamada Anagnorisis.
Apesar da aparente brutalidade do nome, não estamos perante mais um daqueles projetos parvos do Brutal Death sem substancia ou que verse sobre o lado mais animalesco do ser humano.
Aquilo que se passa aqui é bem mais interessante e que nos remete para algo entre uns Anorexia Nervosa sem o lado demasiado classico misturado com sintetizadores ligeiramente inspirados pelo ambiente agoniante de The Angelic Process sem no entanto deixar a já habitual ligação ao lado mais viajante do Post de fora ou até mesmo a espaços o espirito de algum USBM.
É neste quadro que a banda deambula musicalmente, criando momentos flutuantes onde o lado mais violento do Extreme Metal se funde com o que de melhor se fez na ultima decada dentro do Black Metal mais (digamos) mainstream sem no entanto fazer com que os temas soem algo penosos para se escutarem ou as coisas se percam em tecnicismos em demasia para se tornar aborrecido.
Alias aborrecimento é algo que não parece existir ao longo destas seis faixas e até a propria produção ajuda a dar um toque cheio ao album fazendo com que se crie uma estranha neblina enquanto escutamos temas poderosos como o soturno Abyss, só para mencionar um dos mais obvios.
Um album que tem uma aura algo apocaliptica e uma intensidade um bocado fora do comum e que geralmente já não se consegue apanhar muito num registo deste tipo com as coisas a serem feitas e a notarem-se cheias de alma, honestas e sem truques para nos enganar.
Para terminar apenas acrescentar que esta banda talvez seja um dos tesouros mais bem guardados do atual USBM e só espero que não deixem que este album vos passe ao lado, e tal como indica o titulo isto vai claramente um pouco mais alem de toda a luz...
Recomendado.
Podem ouvir aqui: