Panic Room - Zyk...




Curta entrevista que dei ao blog 33 Rpm:
http://33rpm-discos.blogspot.pt/2012/06/o-lado-extremo-de-joao-caldeira.html#comment-form

"Que relação existe entre os New Kids On The Block e o metal mais extremo, denso e obscuro que povoa a face da Terra? Nenhuma, responderão de forma categórica! De facto, a distância que separa esses dois universos musicais distintos é tão grande quanto a paixão pela música de João Caldeira que o fez percorrê-la ao longo de um percurso tão curioso quanto díspare. Disparidades e extremos são realmente palavras que poderão caracterizar a colecção e os gostos musicais deste homem de gostos obscuros, mas de assinalável abertura e boa disposição. Partilhando comigo e com muitos outros apaixonados pela música e pelos discos as dificuldades que se levantam à nossa condição quando vivemos numa terriola do interior, afastado dos principais centros urbanos, João Caldeira aceitou o nosso convite para nos revelar o seu asilo de música extrema, diferente e provocadora.

CARTÃO DO MELÓMANO
Nome: João Caldeira

Idade: 35

Coleccionador há:

Desde a juventude que gasto dinheiro em música, mas coleccionar mesmo só uns anos mais tarde é que comecei a olhar para isto de outra forma.

Coração de:

Leão..(risos)…agora mais a sério, gosto sobretudo de música extrema, rótulo que costumo usar para descrever aquilo que mais ouço e mais me agrada que vai desde o Black-Metal, Death-Metal, Sludge e coisas assim, mas não me fico só por ai.

Primeiro Disco

Os primeiros álbuns que comprei em formato físico mesmo acho que foram o “World Demise” de Obituary o “Dirt” de Alice In Chains e o mcd “The Grotesque” de Benediction. Antes e depois era mais a febre do tape-trading, nessa altura chegava a receber duas a três TDK ou Sony por dia vindas de todo o pais e de fora de Portugal. Não dava para mais e no sítio onde moro era complicado encontrar material. Para além do mais, estamos a falar de um puto no secundário com uma mesada muito estranha, mas acredito que o tal bichinho nasceu aqui com certos sacrifícios que se faziam, alguns até incluíam gastar o dinheiro dos almoços da escola, para comprar as tapes. Estas coisas vistas com esta distância podem parecer parvas, mas era mesmo o que acontecia. Nos dias de hoje é tudo fácil e o pessoal deixou de ter aquele afeto pelas coisas e passou-se a consumir desenfreadamente, o que leva a que muita coisa não tenha aquele sentido “mistico” e até mesmo eu por vezes acabo por cair nessa armadilha e só passado uns tempos e que digo “epah isto merecia ter tido um pouco mais de atenção”.

Último Disco:

Sonne Adam-“The Sun Dead “(7´) e The Great Old Ones-“Al Azif”

Sonho todos os dias com: 

Hum, não sou muito sonhador nesse sentido, existem álbuns que gostaria de ter, mas nos dias de hoje com a febre das primeiras edições e tanta pirataria nunca se sabe bem aquilo que se está a comprar por vezes..e depois existem sítios por esse mundo fora que se divertem a tentar enganar o pessoal, é triste mas existem cromos que tentam ganhar a vida assim.


O INÍCIO…

Qual o teu primeiro contacto com a música?
Não sei bem, mas quando era puto adorava os riffs do “Summer of 69” e o “Run To You” do Bryan Adams. Ok pode parecer azeiteiro mas aquilo para mim na altura era o máximo dos máximos! Depois claro, a outra coisa marada que foi a explosão dos Europe..nunca tive nada deles mas cada vez que apanhava as musicas na radio ou tv ficava sempre com as orelhas no ar.

No inico houve alguém que te influenciou ou foste tu próprio que ganhaste este gosto especial de ouvir música?
Na escola onde estudava também andava um rapaz com aspeto assim meio pró metal e achava aquilo curioso, a maneira de vestir e tal, mas lá no fundo nunca me aproximei muito, tentei descobrir as coisas por mim mesmo e o que raio eram aqueles “M” e “A´s” com aquela coisa meio seta no fim e as duas palavras magicas que o gajo escrevia tanto nos cadernos, uns tais de Iron Maiden. Não foi fácil encontrar o som total, mas lá descobri o que era aquilo e lá arranjei uma tape com material de Metallica, Slayer, Anthrax, Manowar e Maiden, que rodou e rodou até a fita se embrulhar toda..e pararam também as parvoíces de dizer que gostava de New Kids On The Block só por causa de uma paixoneta com uma miudita do secundário. A partir daqui tornou-se quase uma paranóia e queria saber mais e mais até que tudo mudou numa visita a Tomar a casa de um familiar. O vizinho estranho e filho do senhorio da casa desse meu familiar um pouco mais velho veio um dia até a casa com os pais e viu a minha t-shirt de Metallica, daquelas com estampado todo manhoso que se compravam nas feiras (sim feiras lol) e perguntou-me se gostava daquilo. Eu fiquei meio atrapalhado e disse que sim, que gostava de algumas coisas. Ele então responde que mais tarde me levava umas coisas para ouvir e ver e fiquei meio naquela..um misto de curiosidade e vergonha, mas quando o moço lá aparece passado um dia com alguns álbuns de Maiden, quase me vieram as lágrimas aos olhos! Primeiro porque fiquei com uma inveja tremenda, e segundo a personagem teve a delicadeza de me gravar alguns álbuns, só me pediu para lhe dar as tapes..algo que daquilo que me lembro devo ter obrigado a família a comprá-las. Ver a capa do “Live After Death” ali à frente com o Eddie e o resto das coisas…! Bem, a partir daqui tudo mudou…e piorou depois com as coisas que os senhores António Sérgio, Gustavo Vidal e Luís Filipe Barros mostravam na radio na altura, bem como alguns programas como o Purgatório Metálico da Covilhã, um outro de Abrantes que nem me recordo o nome, um outro de Almeirim que apanhava só na casa dos meus avos e que se chamava Fogo no Gelo ou algo assim. Depois vieram as fanzines e a troca de correspondência à pala de coisas como o velho Blitz ou revistas de teenagers da altura, que resultavam nesta troca de ideias. Ainda tenho algumas cartas desses tempos guardadas junto com os flyers que se recebiam. Á pala destas conversas escritas, acabei empurrado para o lado mais obscuro e tudo volta a mudar. Bandas que se ouviam até aqui deixavam de fazer quase qualquer sentido e apenas me interessava por coisas ainda mais estranhas, maléficas, caóticas mas que transportava consigo algo bem mais complexo que uma simples sonoridade musical…assim cresce o gosto por bandas de Death-Metal, Black-Metal e sempre com uma vontade louca de descobrir mais e mais e tentar estar a par daquilo que se estava a fazer tanto a nível nacional como lá fora, ideais que se mantêm até hoje com o mesmo fascínio e vontade de descobrir..!

E o teu primeiro disco, como foi essa memória e o que representou na altura?
Não guardo memórias especiais.

Ainda tens esse disco?
Dos que falei, e penso terem sido os primeiros à seria, ainda tenho o “Dirt” de Alice In Chains que continua a ser, na minha opinião, um dos álbuns mais perfeitos até hoje.


A PAIXÃO…

O modo como vês e sentes a música mudou muito ao longo dos tempos?
A música continuo a vê-la da mesma forma como quando comecei, ou seja, sempre a tentar saber mais e mais, ouvir e tentar acompanhar o que vai saindo. Mas naturalmente que as coisas mudaram e hoje em dia é tudo fácil, por vezes até demais. Por falar nisso, e apesar de ser um bocado contra o bloqueio da partilha através da Internet ( que para mim não é mais que uma espécie de tape-trading, retocada aos nossos dias ainda mais numa Era da comunicação global), o fecho de alguns servidores veio trazer ligeiramente um pouco daquele sabor bem lixado de querer encontrar algo e não se conseguir. Ainda há dias andei à procura de um álbum antigo e aquilo que bem há pouco tempo era um trabalho de putos, transformou-se quase numa epopeia de contornos quase trágicos…(risos). Em relação à música propriamente dita, o que se está a passar agora é mais um ciclo dentro do circulo e um retrocesso àquilo que se fazia no passado. Basta ver aquilo que bandas como Ghost têm conseguido. Mas não só, existe também esta espécie de reanimação nuclear do velho Thrash, o Death-Metal está a seguir pelo mesmo rumo etc. e depois convém salientar o outro lado que é a sonoridade meio hibrida que algumas bandas tão bem conseguiram unir, como o caso do Post-Rock que veio dar uma nova dinâmica a estilos como o Sludge ou até mesmo o Black-Metal. Bandas boas continuam a existir e melhor, muitas delas não têm receio de arriscar, destruir ou polir as suas fórmulas…se resulta ou não estamos cá para tentar compreender. Toda a música vive de ciclos e fórmulas umas mais explícitas que outras, mas aquilo que ontem era uma idiotice, amanhã pode ser a next-big thing, bem como o contrário, e temos exemplos claros disso. O mais importante para mim é tentar encontrar algo que nos identifique com aquilo que ouvimos, nada mais interessa na minha opinião.

Como é que as pessoas que te rodeiam e que conhecem esta tua paixão vêem o facto de teres tantos discos e itens relacionados com música?
Moro no interior e poucas pessoas conhecem a minha colecção, apenas família e amigos próximos. Nem ligo muito a isso, é algo como aquele programa da TSF “Pessoal e Intrasmissivel”, ninguém tem nada com isso, mas muita gente continua a ver-me meio de lado por gostar de me vestir de preto e tal. Alguns até devem julgar que pertenço a alguma seita apocalítica ou algo do género (risos), mas sinceramente don´t give a fuck, não devo explicações a ninguém e como também não gosto de julgar os outros, também gosto que me respeitem. Se não gostam sigam o seu caminho que eu sigo o meu.

Compras um disco e quando chegas a casa qual é o teu ritual?
Nos dias de hoje, tirando alguns títulos, só compro aquilo que gosto, ao longo dos anos já apanhei alguns barretes brutais (ex: olá Kreator ou Paradise Lost ) para ter juizinho nestes tempos de crise, mas continuo a adorar abrir aqueles packs e depois ficar a olhar para o artwork da coisa, que é algo a que continuo a dar bastante importância ás vezes (não sou do tipo de comprar algo somente pela capa, embora já o tenha feito no passado ), e hoje em dia estranhamente as bandas começaram a aprumar-se mais no sentido estético da coisa ,o que me agrada bastante diga-se.

Tens algum cuidado em especial que queiras partilhar sobre limpeza e conservação dos discos?
O normal, não sou nenhum nerd da coisa, tento ter o cuidado necessário, empresto raramente, alguns até ainda têm os plásticos originais.

De que forma organizas e arquivas a tua colecção?
Não tenho nenhum cuidado especial, já tentei organizar por estilos, mas depois fiquei sem vontade de continuar porque depois ao ouvir ou a consultar alguma coisa, acabava por me perder no meio…(risos).

Quantos discos tens no total, considerando todos os formatos físicos?
Registados no site Discogs tenho quase mil, mas muitos ainda nem os coloquei lá ou então ainda não tem referência. É uma das desvantagens ou vantagens de ser possuir algumas bandas trve-underground da Tasmânia (risos),…mas na totalidade, incluindo tapes, seguramente passam dos 1500.

Qual é o item ou os itens que mais destacarias da tua colecção seja pelo afecto que representa, seja pelo próprio valor comercial ou em termos de raridade?
Talvez o mais raro que tenho actualmente seja mesmo uma das 1000 originais copias do “The Awakening” dos suecos Merciless editado pela Deathlike Silence. Mas isto acaba por ser muito relativo, já que a desvalorização ou valorização por vezes ocorre quando um estilo está mais em alta e actualmente o Death sueco está ali a furar em todo lado e as coisas vão de Trap Them até Tribvlation. Depois existem álbuns que considero marcantes mas são muitos para nomear desde Neurosis, Deathspell Omega acabando em Tool.


Alguma vez perdeste a cabeça a nível monetário na aquisição de um disco? Qual o valor que gastaste?
Já dei 60 euros por uma das primeiras edições em digipak de Darkspace, 50 euros por um ep de covers de Black Sabbath feito pelos Thou, custou-me dar 30 euros por uma edição toda fluorescente do Lateralus de Tool, mas hoje em dia vale o dobro nalguns sítios. Comprei uma vinil box de Deathspell Omega que foi cara como o raio, mas valeu a pena porque são bandas que gosto e de certa forma me identifico com aquilo que fazem.

Tens alguma banda em particular que tentas ter, não só os álbuns oficiais, mas também singles, ep´s, maxis e bootlegs?
Ui, inúmeras! Aliás, tenho bastantes discografias completas…a ultima que completei foi a dos israelitas Sonne Adam e de Antediluvian do Canada.

Em média, quantos discos compras por mês?
Atualmente ando meio de relações cortadas com algumas editoras, tento sempre comprar directamente às bandas. Bendita à hora em que foi criado o paypal e o bigcartel. Na minha opinião mais vale ajudar os músicos diretamente do que aquilo que está por detrás.

Onde costumas adquirir os teus discos?
Sobretudo na net e fora de Portugal, por cá só mesmo material às bandas ou então em segunda mão, mas se dantes o pessoal era meio estupido e vendia assim naquela, hoje alguns já não vão nisso e inflacionam os preços..

Sei que resides numa pequena vila, no interior do país. É fácil ser colecionador de música por aí, principalmente de géneros tão específicos como aqueles que tens na tua colecção? Deduzo que o carteiro seja o teu melhor amigo (ou inimigo)…
Não é fácil mas a net ajuda e claro, o Sr. Rodrigues já se tornou um habitué dos “pacotinhos” que vêm da Finlândia dos USA ou da Australia. Ele acha isso engraçado.

Qual o local mais improvável onde adquiriste discos?
Hum…acho que nunca comprei álbuns em sítios estranhos.

A(s) melhor (es) aquisição (ões) de sempre, aquele dia glorioso em que voltamos para casa ainda a nos beliscar se realmente aconteceu?
Falando de coisas que realmente gosto, talvez quando recebi o picture disc do “Dark Blood Rising” dos suecos Diabolicum aqui há uns anos, o vinil do “Maranatha” de Funeral Mist (que nos dias de hoje considero um dos álbuns mais marcantes de BM feitos até hoje), algumas edições de Neurosis limitadas, enfim inúmeras coisas..

Qual é o teu Top dos melhores discos de sempre, aqueles que independentemente do género aconselhas todos a ouvir antes de morrermos pelo menos uma vez?
É complicado para mim fazer uma simples lista, ouço muita coisa e gosto de muita coisa para recomendar alguma, e depois depende também do estado de espirito. Mas essenciais mesmo vou deixar aqui alguns que considero mais marcantes nos dias de hoje dentro das sonoridades mais extremas e tentar não cair cliché da coisa do passado é que era: Começo pelos canadianos Mitochondrion, Portal e os neo-zelandeses Ulcerate que conseguiram transformar todas as regras de um estilo que aparentemente estava moribundo, confirmando aquilo que o senhor Schuldiner disse uma vez “you can´t kill Death-Metal, because it´s already dead”. Depois temos nos territórios mais negros, Watain que conseguiram pegar naquilo que os mestres Dissection deixaram e elevar as coisas a um novo patamar. Goste-se ou não, a banda continua ou parece continuar fiel ás suas raízes e ideias. Leviathan dos US que são sem duvida um dos projectos mais surreais alguma vez criados, depois Dodsengel e Cult of Erinyes também merecem alguma atenção e claro, Deathspell Omega e Blut aus Nord que á sua maneira conseguiram transformar e baralhar todo um universo aparentemente intocável para muitos e com resultados brilhantes, ou não fossem eles talvez os grandes responsáveis e donos das muitas influências de muito daquilo que se ouve em álbuns actualmente . Depois existe o lado mais cáustico aberto por bandas como Neurosis e que hoje tem dignos representantes como o caso de Amenra, os suiços Rorcal, os italianos Hierophant, o excelente regresso de Amebix ou até os nossos Process of Guilt..enfim muita coisa boa que se vai fazendo actualmente e que talvez daqui a uns anos estejam no mesmo pedestal daqueles álbuns que actualmente fazem parte e são incontestáveis dentro das sonoridades mais extremas..falei destes, mas certamente muitos outros nomes ficam de fora. Costumo dizer ás vezes “tentem descobrir por vocês mesmos os novos DMDS ou os Masters , que a velha formula continua bem viva basta procura-la, e ás vezes sabe bem”.


PREFERÊNCIAS…

Vinil, CD ou Cassete?
Vinil e cd, a cassete coloquei um pouco de lado, mas estão de regresso pelos vistos.

Vinil preto ou colorido?
Sem preferência

Picture Disc ou 180gramas?
Picture Disc.

Gatefold ou capa Simples?
Gatefold sem dúvida

Formato 12” , 10” ou 7”?
Sem preferência.

Jewelcase ou Digipack?
Digipak.

Primeira prensagem ou reedição luxuosa?
Hum, ambas, mas as primeiras sempre dão aquele toque especial.

Lojas físicas ou Internet?
Ambas.

SAÍDA DE ÁUDIO…

E para ouvires os teus discos, que artilharia pesada utilizas?
Uma aparelhagem da Sanyo já com uns anitos (mas a bombar ainda) ligadas a umas colunas (caras como o raio) da Logitech.

Tens o teu lado audiófilo ao nível do HI-Fi ou apenas gostas de ouvir musica desde que soe bem sem te preocupares muito com a busca do som ideal?
Pleasure Is Pain

Há algum instrumento que te cative mais quando estás a ouvir musica?
Não.

Tocas ou gostarias de aprender a tocar algum instrumento?
Não.

AO VIVO…

Primeiro Concerto?
Deicide/Suffocation/Konkhra Voz do Operário (ainda tenho o bilhete)..como dá para ver foi mesmo uma coisa em grande e foi a prenda dos meus pais por ter tirado a carta e código á primeira.

Melhor concerto de sempre?
Nem sei, mas o último que me tocou bem cá dentro foi Mayhem, em Corroios.

Concerto de sonho?
Neurosis, sem dúvida ainda me faltam esses.

Que banda gostarias de ver ao vivo e que já não vai ser possível?
Hum talvez mesmo Death, Brutality ou Sepultura dos tempos do Arise, aqueles concertos eram míticos na altura, etc,etc


LITERATURA

Tens por hábito comprar livros, revistas ou fanzines de música? Qual a tua publicação favorita? 

Livros de alguns assuntos que goste como simbologia, religião ou aquelas coisas meio estranhas ligadas ao oculto. Revistas sou assinante da Terrorizer e da Zero Tolerance e compro a Loud! E zines já não compro nenhuma há uns tempos.

O que lês neste momento e o que aconselhas?
De momento nada.

Tenta definir o que te vai na alma por escrito sobre esta nossa paixão?
A musica é uma Arte e quando feita com alma iremos fazer parte dela…uma curta ramificação daquilo que realmente somos."

2 comentários:

Tiago Valente disse...

Boa entrevista! Ficamos a conhecer um bocadinho melhor o asilo hehe. No entanto surgiu-me uma pergunta para te fazer CD ou Vinil? Por norma os medicamentos são CD's mas por vezes vemos por ai alguns Vinil, qual é a preferência pelo vinil nesses casos?

::ZyK:: disse...

Não existe preferencia assim muito relevante na escolha do vinil, embora goste bastante daquelas ediçoes mais pesadonas.