Mostrar mensagens com a etiqueta Blackened Sludge. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Blackened Sludge. Mostrar todas as mensagens
Premonições: Vale
Poderosa banda norte americana que reune ex-musicos de Black September, Lycus, Reivers e Ulthar e que se prepara para lançar o seu primeiro album..intensa descarga de blackened sludge com laivos de neo-crust, projeto para seguir com alguma atenção..em baixo a primeira demo e o primeiro avanço para o album.
Album a editar no proximo mês de Maio.
Demo de 2017
Bölzer - Hero
Aqui há uns anos atrás, numa das minhas deambulações pelo "maravilhoso" mundo do "Underground cibernético" (é engraçado o termo), veio até mim uma faixa de uma nova banda suiça que caiu quem nem uma bomba e, mesmo sendo a banda praticamente desconhecida, essa faixa tornou-se numa espécie de terapia diaria para quase todos os males...
A faixa em questão chamava-se "Entranced by the Wolfshook" e a banda era a de uns tais de Bolzer, que rapidamente se tornou em algo tão assustador quanto, de certa forma, cativante, a ponto de me levar a espalhar aquilo por quase todos os sitios onde andava, como se de um virus se tratasse.
Extranhamente ou não, parece que o efeito bola de neve não me atingiu somente a mim, mas muitos a mais por aí e, de repente, o duo suiço surge como uma espécie de novos messias da música extrema, algo que se confirma no ainda hoje arrepiante ep de estreia "Aura"...
Estava assim lançada a semente de um monstro sonoro de proporções épicas que, mesmo com a semi-desilusão chamada "SOMA", recupera agora aquilo para que estão forjados, ou seja, para serem um dos projetos mais originais e intensos dentro do Metal, não só dos últimos anos como, arriscaria a dizer, da última decada.
A fórmula usada neste trabalho, que curiosamente é o seu primeiro longa duração, é inteligente e vai beber influências aos mais variados estilos e tendências, não abandonando a sua base primordial, seja a nível lírico, onde a mitologia nórdica é uma constante, ou na forma como absorve todo o carisma que transforma bandas em algo místico e que acaba por nos reduzir a nós, os ouvintes, a pequenos átomos perdidos no seu universo sonoro.
Curiosamente, as opiniões vão-se dividindo, uns porque a banda, por vezes, soa como uma osmose dos próprios Bolzer com Mastodon antigo e onde a alma do Lemmy assombra a cada esquina, outros porque a banda se tornou-se ainda mais refinada e ainda outros que preferiam que eles continuassem a ecoar na caverna.
Mas, na minha opinião, tudo aquilo que aqui se ouve não é mais que o seguimento lógico do projeto. Se ouvirmos com atenção, tudo o que os separa do resto continua bem vivo: os riffs continuam a deixar marca e a provocar arrepios, a forma como KzR usa aquelas mãos tanto nas partes mais extremas como em momentos perigosamente próximos de alguns albuns "malditos" (conferir The Archer e a Chlorophyllia, por exemplo), já para não falar no imponente trabalho de bateria criado pelo HzR que quase por si só já valeria uma escuta do album.
Tudo isto ganha ainda mais beleza, quando por detrás da produção do álbum estão nomes como o Vantura (Triptykon) e o Arioch (SoTM), que continuam a transformar em ouro quase tudo onde tocam... ou quando se tem o Sturla de Svartidaudi como vocalista numa das faixas.
Resumindo, um álbum absolutamente fantástico, viciante, que cresce a cada audição e que nos faz sentir vivos!
Drought - Drought
Antes de mais estes Drought nada tem a ver com o defunto projeto americano de alguns musicos de Predatory Light, aquilo que se sabe é que é uma banda que junta alguns nomes do movimento italiano e este é o seu primeiro registo com edição da cada vez mais ecletica Avantgarde...
Dito isto em jeito de apresentação aquilo que aqui se ouve é realmente muito bom, uma mistura de blackened post metal com ligeiros toques etnicos que se dissolvem no meio de dissonancias inicialmente geradas na segunda metade da decada de 00, e apesar de sabermos que é cada vez uma formula mais que batida o resultado aqui obtido acaba por superar muito daquilo que nos vai caindo atualmente, sobretudo pela força que as faixas ganham com toda esta influencia junta.
Basicamente imaginem uma mistura atmosferica de uns Wormlust/Funeral in Heaven com alguns nomes do USBM e o poder do Sludge mais negro e violento, se conseguirem obtem então o resultado presente neste Rudra Bhakti, que para mim é uma das maiores surpresas do ano até agora quer pelo efeito envolvente que cria quer pelo lado sonoro que acaba por ser bastante original/viciante.
Uma excelente aposta por parte da editora italiana e que vai de encontro a uma sonoridade bastante complexa e que requer algum ouvido mas que acredito que ainda terá muito para dar no meio do movimento extremo senão vejamos os casos de Genocide Shrines ou Cult of Fire que á sua maneira tambem tem como base aquilo que estes desconhecidos Drought exploram..
Resumindo isto é mesmo muito bom!!
Vaee Solis - Adversarial Light
Quando ouvimos o riff inicial que abre este "Adversarial Light" primeiro registo para Vaee Solis, ficamos, goste-se ou não de queixo caido, não que isto seja a coisa mais original do mundo porque claramente não o é, nem acho que se pretenda isso aqui, mas o poder saido das colunas dá a ideia que vamos ser surpreendidos durante a próxima meia hora...
Mas ás vezes o problema destas bandas no primeiro registo é mesmo a pouca capacidade de se libertarem das influencias mais obvias, e aqui acho que se nota bastante isso, os temas apesar de manterem o interesse criam uma sensação de monotonia que acaba por matar um pouco todo o ambiente que se gera, talvez por isso muitas bandas dentro destas sonoridades hoje em dia optem por criar temas bem longos onde se exploram as coisas de outra forma, alias das vezes que ouvi a demo nos ultimos tempos prefiro ver isto como apenas uma longa faixa ao invés de dividida, porque não sejamos hipocritas existem aqui riffs e passagens que giram e giram mas não saiem do mesmo sitio, talvez se explorassem mais a formula usada nas "♎" ou "Cosmocrat" o som ficasse a ganhar, mas aqui já se foge á sonoridade base e quase que se entra nas dissonancias de algum derivado do BM.
A sonoridade apesar de forte e assente no poder do riff/bateria cria um groove pesadão e lamacento mas a tal monotonia que falei deita a perder um pouco no resultado final, quase que se fica com a ideia que se está a ouvir uma daquelas bandas tipo The Secret ou Oathbreaker mas em slowmotion...e sinceramente quem precisa disso?
Quando tive conhecimento da banda, pensei imediatamente que teriamos aqui algo para fazer esquecer uns Ishmael (que lancaram aquele que é para mim um dos melhores albuns de Sludge/Doom com vocalizações femininas) ou noutro patamar Salome, mas neste primeiro registo apesar das algumas boas ideias, deixa um ligeiro sabor a pouco pelo menos para quem ouve este tipo de som..
Mas tambem sejamos sinceros mais vale termos novos projetos a tentarem "desbastar" sonoridades mais agrestes cá em Portugal do que coisas sem pés nem cabeça, vamos ver é se isto não se perde no futuro porque apesar de tudo deixa curiosidade em ver no que isto vai dar..e o proprio line up não é propriamente verdinho nestas andanças.
Ouçam aqui e se estiverem interessados na demo (creio que esgotou) contactem a Signal Rex.
Premonições: Vaee Solis
Nova banda portuguesa, mais uma a seguir a atual tendência Dark/Occult/Core e pela amostra inicial algo perdido pelo meio de uns Oathbreaker, Salome e Monarch...
Primeira demo para breve.
Mortals/Repellers - Split
Novo split/10' para as demolidoras Mortals, desta vez com os "desconhecidos" Repellers.
Se do lado das meninas, a faixa presente neste 10' não acrescenta absolutamente nada de novo áquilo que mostraram no "Curse To The See The Future" do ano passado os restantes temas da banda vinda dos lados da Pennsylvania é que acabam por valer realmente a escuta deste material...
Não que seja algo que nos deixe de queixo caido, mas o Sludge/Thrash Metal/Crust criado por este trio de barbudos é realmente bem poderoso e acredito que vai apelar bastante á nova geração de ouvintes destes rotulos onde existe um um equilibrio bastante sobrio entre a melodia vs extremo e nesse aspeto a banda consegue realmente levar a agua ao seu moinho.
Musicalmente são dois projetos bastante parecidos entre si e vale uma escuta se forem fans de Mortals e quiserem ouvir pela primeira vez os tais Repellers que se preparam para lançar o primeiro album este ano.
Kvlthammer - Kvlthammer
Bastante interessante este album de Kvlthammer, banda que faz uma mistura bem catchy de coisas que vão do d-beat ao Black n' Roll dando origem a um daqueles albuns sujos com um intenso cheiro a tasca velha e porrada por todos os lados...
Se gostam daquilo que Darkthrone tem feito isto é para vocês...e mais se gostam de Motorhead vão adorar!
Cliquem em baixo.
Vassals - Plaguestates
Especatcular ep destes austalianos!!!
Uma demente mistura de Black Metal com Sludge que em nada fica a dever aos grandes lançamentos deste ano na minha opinião.
Se gostam daquilo que uns THOU exploram, este "estado de pragas" é o sitio ideal para ficarem durante uns tempos e para primeiro registo a coisa é bastante atractiva para qualquer apreciador deste tipo de ambiente.
Peso, ambiente apocalitico e desilusão mundana tudo envolvido numa mortalha quase funeraria que me deixou com um pé a beira da cova..
Aparentemente a banda terminou ou estava em vias de acabar, mas deixa aqui um monumental trabalho que na minha opinião vale muito a pena ouvir além do mais a gravação é feita ao vivo...
Culted – Oblique To All Paths
Segundo álbum para os canadianos Culted e mais uma caminhada pelas trevas do Blackened Sludge daquele carregado de podridão, lentidão e negritude.
Isto á partida seria um bom sinal de referencia porque estas palavras quando bem usadas quase que bastam para transformar álbuns simples em autenticas obras megalíticas que arrasam tudo á sua volta, mas infelizmente não é isso que aqui se passa com a banda canadiana, já que o álbum se acaba por afundar nele próprio, temas longos onde pouco existe de cativante ou de interessante chegando por vezes a tornar a escuta algo penosa e aborrecida.
A banda podia ao invés de dar uma ideia de estar a fazer um ensaio numa caverna podia optar por entrar e controlar algo importantíssimo nesta sonoridade que é aquela hipnose que o som agoniante pode gerar, é verdade que a espaços isso ainda acontece aqui e ali mas acaba por ser muito pouco e também não entendi o porquê do projecto ir dando ideias que ouve Leviathan quando depois não consegue sair do espiral onde se metem, isto focando mais naqueles ambientes onde a maquinaria se assume como motor ou nas próprias vocalizações.
Falei em cima na duração do álbum e realmente este é outro ponto onde a banda falha tremendamente mesmo com a desculpa do ambiente, em vez de um álbum seria muito mais interessante na minha opinião escolher o material menos mau deste “Oblique To All Paths” e usa-lo antes num ep, pelo menos a coisa não soaria tão pouco inspirada como acontece ao longo destes 7 temas, salvando-se apenas do marasmo a “Intoxicant Immuration” ou a “Transmittal”.
Resumindo um álbum que nem aquece nem arrefece para não dizer que é uma tremenda desilusão ainda mais se comparado directamente com outras coisa que surgem por ai no mesmo campeonato.
Cult Of Occult-Hic Est Domus Diaboli
PLAY LOUD AND WORSHIP SATAN!!
Concealed from the view of the moribund mass of humanity, hidden in the darkness of the gates of Hell, waiting to spread the evil sound of the extermination of life is the most powerful and misanthropic force. Fed by hatred, loudness and alcohol, the four headed monster of Apocalypse will destroy everything on its way with its unwavering wall of sound. Like the scream of Satan himself the fury of the troopers of doom is deafening, intoxicating and damned addicting.
Feel the ethylic vapor impregnating the audience, be conquered by the slow devastating groove, chant the name of Lucifer, dance with us on heavy riffing and worship the soundtrack of the end of days.
CULT OF OCCULT plays for black masses, sacrifices, satanic rituals, dark ceremonies and unholy meetings.
Nails-Abandon All Life
Era por aqui um dos albuns mais aguardados neste inicio de ano o novo dos intensos Nails, banda que se tornou numa daquelas pomadas que atuam como agente terapeuta na minha vida..
O anterior transformou-se completamente num daqueles trabalhos essenciais em qualquer discografia direcionada para o lado mais extremo da musica atual esteja-se a falar de que rotulo for.
A novidade Abandon All Life não só continua a sua evangelização malefica como os confirma e coloca num patamar ainda mais alto.
Não seria de esperar outra coisa da banda que esteve um pouco por detrás de alguns monstros que por ai vão serpenteando como The Secret, só para nomear um dos mais va lá conhecidos.
A receita é simples, agressão pura e dura muita raiva e odio saida do lado mais violento do Crust/Core por onde se vão misturando algumas pitadas de sal que nos remetem tanto para o Blackened Sludge como para algum DM daquele perdido entre a Suecia e os EUA dos anos noventa.
Curiosamente é nesta deliciosa mistura de estilos que está a poção magica da banda, mas ao inves de tudo poder soar datado ou de certa forma banal acontece é o oposto.
Pequenos detalhes como aquele riff á Gojira na faixa titulo, ou o demolidor inicio e as dissonancias da Suum Cuique são apenas isso mesmo, pequenos detalhes e murros com os quais somos violentamente arrastados de uma maneira nada agradavel mais venenosamente orgasmica.
È curto mas é um album realmente e verdadeiramente filhadaputa como talvez não irao ouvir dentro deste estilo nos proximos meses!!!
A não ser que Knelt Rote aparecam a mandar ramos de rosas outra vez...
Dead Tooth-Vile Response
Dallas, terra de petroleo e do JR Ewing mas não só!
Meninas e meninos apresento-vos Dead Tooth, é só amor para ouvirem juntamente com as vossas namoradas numa destas tardes solarengas bem altinho!
3, 2, 1, Go.....
Estes moços vão ser grandes!!
THAW-Advance [MMXII]
Excelente proposta destes polacos, como que a fazer crer que afinal dos paises de leste não chegam somente algumas das mais medonhas e tumultuosas bandas de BM no seu sentido mais verdadeiro, começa tambem a haver espaço para sonoridades que não tem medo nem receio de arriscar.
Musicalmente fazem lembrar material de uns Avichi, DsO e aquela dose de surrealismo sonoro que muitas bandas de Post-Sludge tanto gostam e que aqui são cravadas de uma forma absolutamente brilhante.
Este advance , não só mostra um projeto na plenitude das suas capacidades, como é quase ou melhor é mesmo uma das mais interessantes e demolidoras propostas que surgirão nos proximos tempos, isto julgando apenas as coisas e baseando-me neste material.
BM de tendencia Postiana onde se subjugam ambientes que parecem sair da mente perturbada de um Sanford Parker unem-se na perfeição com um Blackened Sludge que não se fica apenas pela parte mais violenta, usam-se aqui diversas dissonancias que remetem claro para o universo de BaN ou DsO, embora com as devidas distancias é claro, mas nem só a banda aplica tambem uma curiosa e absorvente tatica que rebusca as liturgias mais entranhadas do sentido mais Ortodoxo do estilo, resultando estas três faixas numa especie de enigmatismo sonoro que ao ser pintado com varias camadas cria a uma clarividencia pouco usual para uma banda supostamente tão jovem.
Na minha opinião isto é realmente muito interessante e objeto de culto nas proximas semanas se bandas como Minsk estiverem no topo das vossas preferencias, mas não só como demonstrei ao longo deste texto.
Podem ouvir aqui:
Musicalmente fazem lembrar material de uns Avichi, DsO e aquela dose de surrealismo sonoro que muitas bandas de Post-Sludge tanto gostam e que aqui são cravadas de uma forma absolutamente brilhante.
Este advance , não só mostra um projeto na plenitude das suas capacidades, como é quase ou melhor é mesmo uma das mais interessantes e demolidoras propostas que surgirão nos proximos tempos, isto julgando apenas as coisas e baseando-me neste material.
BM de tendencia Postiana onde se subjugam ambientes que parecem sair da mente perturbada de um Sanford Parker unem-se na perfeição com um Blackened Sludge que não se fica apenas pela parte mais violenta, usam-se aqui diversas dissonancias que remetem claro para o universo de BaN ou DsO, embora com as devidas distancias é claro, mas nem só a banda aplica tambem uma curiosa e absorvente tatica que rebusca as liturgias mais entranhadas do sentido mais Ortodoxo do estilo, resultando estas três faixas numa especie de enigmatismo sonoro que ao ser pintado com varias camadas cria a uma clarividencia pouco usual para uma banda supostamente tão jovem.
Na minha opinião isto é realmente muito interessante e objeto de culto nas proximas semanas se bandas como Minsk estiverem no topo das vossas preferencias, mas não só como demonstrei ao longo deste texto.
Podem ouvir aqui:
Fire In The Cave-Fire In The Cave
A Florida terá sempre o seu lugar de destaque na musica Extrema, ainda mais quando vivemos um saboroso revivalismo do DM.
Hoje em dia as coisas são bem diferentes, mas mesmo assim por aqueles lados ainda vão nascendo alguns projetos bastante interessantes como é o caso destes Fire In The Cave.
Musicalmente andam no meio de um turbilhão sonoro que ora vai bebendo influencias ao atual Blackened Sludge americano como parecem cair em estados espasmicos vindos do Death-Doom de contornos mais espinhosos.
Esta curiosa união parece que resulta e banda tanto consegue destruir tudo á volta como a seguir dar uma especie de embelezamento caustico ao massacre que deixaram para trás, algo similar a se uma como Rwake assimilasse influencias mais proximas do Death-Metal norte americano.
Duas faixas enchem este ep, mas com um poder e uma força que me deixaram de queixo caido, coisa que até me parecia impossivel ainda mais depois de ter estado a ouvir o brutal novo album de Acephalix, mas acabei mesmo por ficar surpreendido com a forma como estes moços conseguem criar esta autentica torre de Babel sonora (Sludge,Doom,Southern,Blackened Core ou whatever).
Poderoso e assustador...a melhor definição disto começa por estas duas palavrinha, ora ouçam:
Hoje em dia as coisas são bem diferentes, mas mesmo assim por aqueles lados ainda vão nascendo alguns projetos bastante interessantes como é o caso destes Fire In The Cave.
Musicalmente andam no meio de um turbilhão sonoro que ora vai bebendo influencias ao atual Blackened Sludge americano como parecem cair em estados espasmicos vindos do Death-Doom de contornos mais espinhosos.
Esta curiosa união parece que resulta e banda tanto consegue destruir tudo á volta como a seguir dar uma especie de embelezamento caustico ao massacre que deixaram para trás, algo similar a se uma como Rwake assimilasse influencias mais proximas do Death-Metal norte americano.
Duas faixas enchem este ep, mas com um poder e uma força que me deixaram de queixo caido, coisa que até me parecia impossivel ainda mais depois de ter estado a ouvir o brutal novo album de Acephalix, mas acabei mesmo por ficar surpreendido com a forma como estes moços conseguem criar esta autentica torre de Babel sonora (Sludge,Doom,Southern,Blackened Core ou whatever).
Poderoso e assustador...a melhor definição disto começa por estas duas palavrinha, ora ouçam:
Subscrever:
Mensagens (Atom)














