Mostrar mensagens com a etiqueta Post. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Post. Mostrar todas as mensagens

Ophiuchi - Bifurcaria Bifurcata


Sinceramente não sei que raio aconteceu aqui, mas este album é impressionante...one man band (creio) vinda da Africa do Sul que nas suas proprias palavras incorpora influencias vindas de nomes tão distantes entre si como Portal, Blut aus Nord, Tool, ou Yob é certamente algo para se parar e ouvir..e depois de o ter feito algumas vezes nos ultimos tempos realmente este registo é mesmo qualquer coisa de fantastico para qualquer apreciador de musica extrema com toques meios progressivos ou vanguardistas pelo meio.
Com uma produção a fazer lembrar alguns nomes vindos do atual blackned sludge onde o peso e a envolvência se assumem como referencias base são adicionadas linhas de melodia muito proximas daquilo que uns Tool por vezes criam quando entram naqueles devaneios tipicos do Adam Jones/Danny Carey ou de bandas como YONL com o resultado final a atingir uns estranhos niveis de perfeição extrema que não estão claramente no dominio de uma qualquer banda comum.
Ao longo destas quatro faixas onde se exploram muitas coisas somos como que elevados a um novo patamar dentro daquilo que ouvimos e a forma como todas as influencias se unem e colam entre si é completamente insana, mas com um resultado altamente viciante por vezes algo introspectivo mas sem qualquer duvida altamente recomendado.


Gleb Poro - MMXIV


Gleb Poro.
Brincadeira ou não esta one-man-band vinda da Finlandia tem tido algum airplay por aqui...musicalmente isto é uma especie de Post-Rock Extremo e totalmente instrumental, para se ter uma ideia imaginem uns Devil ou SINISTRO no seu lado mais "violento" sem samples ou melodias mais instrospectivas pelo meio e já ficam com uma ideia daquilo que vão encontrar...
O album é bastante longo, mas acaba por ser uma bela experiencia deixar isto a rodar sem receio, e quando dão por ela estão a bater o pé e a mexer a cabeça..e para um album com estas referencias é mais que suficiente para se tornar quase viciante.
Ouçam e façam o download aqui:

Premonições : Lightsystem


Soon...
Depois do excelente album do ano passado, os norte americanos Lightsystem estão de volta, para já não se pode comentar muito...fica aqui um curto teaser que o John me enviou...em breve mais novidades de uma banda que vale a pena descobrir para todos que gostem de Post-Rock..


E já agora ouçam o album:

Arakk - Self & Distance


Colossal faixa desta banda dinamarquesa!!
Com um ex-HEXIS na sua formação os emergentes Arakk afirmam-se aqui desde já como uma das propostas mais interessantes do atual Death-Doom europeu e uma clara resposta a alguns dos mais interessantes nomes do estilo atualmente...a sonoridade não é original nem imaculada já que isto vai beber a coisas tão dispares como Skepticism, d. , Morgion ou Mindrot, mas a honestidade que transparece ao longo dos quase 25 minutos deixa qualquer seguidor destas tendencias a salivar.
Arrastado e com uma lentidão funebre mas ao mesmo tempo bastante introspetiva transforma a escuta deste primeiro registo numa experiencia bastante agradavel...se é que podemos usar esta palavra no meio desta negritude, mas para já são sem duvida uma banda a não perder de vista...

THOU - Call No Man Happy Until He Is Dead (ep)


Enquanto não chega um dos albuns mais aguardados do ano (o duplo Heathen), fica aqui um pequeno tesouro para quem gosta da banda.
Trata-se de um antigo ep feito pela banda antes da entrada do vocalista Bryan Funck, onde se notam claramente as influencias do grunge (Jerry Cantrell no meio da faixa titulo por ex) que eles nunca esconderam..só que aqui enrolado numa sonoridade quase proxima do Death/Doom lembrando por vezes algo proximo de Horn of The Rhino, Samothrace ou aquelas bandas mais extremas do lado mais vanguardista/Post de uma Profound Lore..
A voz do Matthew é excelente (autentica surpresa!!) e encaixa como uma luva no ambiente mais liberto (quando comparado com o que fazem hoje em dia) que aqui se sente...e depois é qualidade do costume de uma das melhores bandas da atualidade e uma das minhas favoritas dos ultimos anos.
Ouçam aqui e tirem as vossas conclusões:

Nordløst-Collapse

A Estonia nunca foi particularmente conhecida por grandes movimentações dentro da musica extrema, mas estes Nordløst conseguiram captar um pouco a minha atenção, trata-se de um projeto criado pelos musicos  M. Kittask e T. Tomberg, que nesta curta amostra dada pelo Bandcamp demonstram que existem muitas boas ideias dentro daquelas cabeças..
São duas faixas que compoem este ep (lançado em registo "name your price") que podem não trazer nada de novo ao movimento Post qualquercoisa, mas que me soaram bastante bem, principalmente pelo ambiente gerado ao longo dos pouco mais de 15 minutos de duração..as influencias são notorias e remetem-nos um pouco para aquilo que bandas como Callisto, Isis ou uns KWC fazem ou fizeram num passado não muito distante.
Musicalidade que capta a atenção e onde a tal "atmosfera" dá uma tonalidade bastante fria e vibrante aos temas transformam este "Collapse" numa curta mas ao mesmo tempo colossal obra que acaba por surpreender bastante, uma banda a ter em atenção nos proximos tempos se gostam deste tipo de jogadas musicais, ficam aqui os temas...enjoy.

Lightsystem-Lost Language


Muito provavelmente estamos perante um dos albuns mais demolidores de 2013, não que isto seja uma peça de destruição massiva, mas pelo efeito viajante que provoca durante a audição.
Esta banda americana afirma-se e deixa a concorrencia a leguas com este registo, mais, se ainda choram o fim de Isis, este projeto é muito mais que um simples ombro amigo para largar umas lagrimas resultantes do funeral da banda do Turner, e podem esquecer o novo de Palms que ao pé deste "Lost Language" quase que não é nada.
Afirmação forte e provocatoria?
Talvez sim, mas depois de ouvirem esta hora certamente tambem me vão dar alguma razão é que o hibrido sonoro que vagueia entre alguns dos nomes maiores do corrente universo Post-Rock aqui não só é refinado como a substancia que se extrai é de uma cristalidade e clareza que nos atravessa a alma e deixa a pensar que raio se passou aqui..
Por entre momentos brilhantes de peso e ambiencias algo cosmicas a banda americana consegue criar de uma forma absolutamente brilhante um dos registos mais envolventes e carismaticos dos ultimos tempos, brincando, juntando e inovando num estilo onde quase já se ouviu tudo ou aparentemente tudo.
A voz do Danny Byrne é outro dos destaques do album, sendo basicamente o ponto de equilíbrio entre o lado cosmico da parte instrumental com um certo lado mais humano que as faixas transmitem depois no seu todo, originando uma estranha dualidade onde a envolvencia ganha os tais contornos mais planantes como se isto fosse uma especie de ascenção até ao grande oceano negro.
Estranhamente olhando para a capa do album é essa uma das ideias que fica.
Alguns albuns procuram isso mesmo, jogar um pouco com o lado surreal e fazer com a musica nos consiga tirar ou fazer sair algo de nós e este album na minha opinião não só o consegue fazer como nos deixa ainda depois estaticos bem lá em cima..
Influencias mais notorias presentes aqui vão dos obvios Isis, aperfectcircle, Deftones, Cerna, Tool, GIAA, Godspeed! etc a timidez do shoegaze tambem se afirma e tudo isto misturado origina um dos albuns mais surpreendentes que ouvi nestas ultimas semanas.
Recomendadissimo, não deixem que isto vos passe ao lado, podem escutar o album aqui:


Sinistro-Cidade



A Patricia Andrade é assombrosa, angelical, monstruosa, deliciosa, assustadora, sussurrante, perversa, infantil...feiticeira!
E Sinistro é um eco bem negro saido das ruas de uma qualquer cidade perdida a altas horas da noite enquanto somos perseguidos por um sucubus...que nos consome durante a viagem...
"Vem visitar-me?
Aonde?
Aqui....."
RECOMENDADO e OBRIGATORIO!

Černá - Restoring Life


Černá is a Intrumental/ Post black metal/ Alternative solo project founded in early 2011 by Cody McCoy. Based out of Kalamazoo Michigan, USA, "Černá is a musical expression of the many elements missing in modern music today.. Of course this is from a personal stand point." Says, Cody. Creating intrumental music brings alot of opportunity to take off in melody with the array of different instruments. Conceptually Černá deals with the climb of everyday life and its devastating realism, melancholy, nostalgia, and self-reflection yet taking a lot of inspiration from the beauty of the ever changing seasons along with the concept of love and loss. These are things that everyone can relate to whether they want to embrace it or not.

Basicamente é isto, um dos albuns mais interessantes que ouvi nos ultimos tempos, uma autenica viagem que percorre aquilo que de melhor se faz dentro deste tipo de ambientes mais outonais e soturnos com ligeiros focos de luz a fazerem sobressair varias tonalidades que nos provocam uma estranha satisfação...imaginem uma banda saida dos territorios selvagens de uns Alcest mas aqui não tão chuvosos e verdejantes e mais, digamos cosmicos e espirituais..por assim dizer, um album/projeto que urge descobrir o mais rapido possivel.

Young Lions-Songs One Through Four (demo)


O line-up de Young Lions é o seguinte:
Noah Landis (Neurosis)
Tyler Cox (The Mass)
Wes Anderson (Idiot Flesh)
A sonoridade é um hibrido que percorre o Post- atual com laivos de Indie/Grunge/Neo Crust whatever que por vezes soa ao brutal ambiente do ultimo de KWC...
Chega para despertar a curiosidade?
Não? Então ouçam:



Cult of Luna-Vertikal


Embora sejam uma das bandas da linha da frente de um estilo que a dada altura começou a entrar e a ser aceite de uma maneira mais, digamos "social" no universo metalico, os suecos Cult of Luna são tambem aqueles que mais dificil conseguem gerar algum consenso por parte daqueles que se dedicam a dissecar esta sonoridade hibrida.
Mas acho tambem que se ouvirmos a discografia são ainda das poucas (tirando alguns tiros mal dados) que melhor conseguem unificar o universo envolvente do Post-Rock com o poder vindo do Hardcore do passado, duas referencias obrigatorias ainda hoje neste estilo e naquilo que a banda liderada pelo Johannes tem vindo a criar nos ultimos anos.
Este novo album é talvez na minha opinião o album que melhor consegue juntar tudo aquilo que a banda fez até hoje, manter os pés no presente e questionar o futuro.
Não é facil para uma banda deste universo hoje em dia sobressair ainda mais quando a quantidade de lancamentos tem meses de roçar o ridiculo, mas aqui o nome já tem algum peso como é logico a banda não é propriamente novata e até já nem precisa ou precisaria de se esforçar muito para mostrar aquilo que é capaz..
Mas em vez disso optam por arriscar, nao muito tenho que admitir, afinal a zona de conforto criada por Cult of Luna até está forrada de veludo e é fofinha o suficiente para se tornar agradavel e de facil escuta.
Inspirados pelo Metropolis, os rapazes suecos tentam fazer uma especie de retrato sonoro daquilo que o estranho filme tenta mostrar, se conseguem ou não acho depende de cada um, isto se realmente já viram ou tem ideia de algum dia ver o bizarro filme do Fritz Lang, mas tambem não é isso que importa para aqui.
O album em si, é para mim provavelmente o mais trabalhado, cheio de floreados e pormenores que fizeram até hoje e o que melhor consegue captar a essencia por eles desenvolvida desde o primeiro album.
A influencia de Isis aqui ganha tambem proporções dantescas como provam os imensos quase vinte minutos da Vicarious Redempetion tema essencial para descrever este album onde se resume quase toda a carreira da banda tanto em registos sonoros como nas influencias que estiveram e sempre estarão por detrás dos rapazes de Umea, e o mesmo se pode aplicar tambem a faixas como a deambulante Mute Departure, que puxa para os ambientes mais floresta urbana que de certa forma se tentaram recriar na fase pos-Salvation (e que a mim sinceramente não me agradam por ai além) ou na quase "Panopticaniana" In Awe Of que pelos riffs e estrutura ..dá quase a ideia algo horrorosa que isto é um filho bastardo, perdido e criado pela antiga banda do Sr Turner.
Por outras palavras e resumindo eu gostei imenso do album, talvez daqui a uns tempos esteja no mesmo patamar de um Salvation (algo que acredito irá aconteçer) e para todos aqueles que têm aqui um primeiro contacto com este universo é natural que fiquem algo siderados, mas não é nada de novo, apenas se retocam, assimilam e se lançam vapores daquilo que eles são até hoje e a diferença lá está é que o Vertikal é extremamente bem feito e as musicas tocam nos nossos sentidos de uma forma quase perfeita e isso cópia ou não por vezes é mais que suficiente.
Já agora ouçam a The Flow Reversed tema extra que não está na edição normal, mas que merecia sem duvida...mas fica aqui antes uma onde o lado arriscar um pouco se nota mais:




Nameless Coyote-Devoured by the Swirling Night

Interessante mistura de shoegaze/black metal/post-rock deste projeto norte-americano (S.Francisco), onde em pouco mais de 20 minutos se entra numa estrondosa viagem que junta o sofrido lamento vocal do BM com espasmos sonoros dissonantes, originando uma viciante e hipnotica jornada por atmosferas bucolicas que nos remetem para uns Alcest, embora aqui Nameless Coyote acabe por soar um pouco mais extremo e na minha opinião um pouco mais interessante que a banda francesa.
Bastante bem desenvolvido de facil escuta e assimilação e perfeito para estas noites chuvosas..
Podem ouvir aqui:

Ou aqui: http://www.mediafire.com/?ue41830x6oob94v

Hell- I I I

Fim de mais uma trilogia (parece moda agora), III dos norte-americanos HELL chegou fez estragos, muitos mesmo.
São a par de THOU uma das bandas acima da enxurrada atual de Sludge/Doom que proliferam no Underground e que merecem ser divulgadas já que aquilo que fazem é realmente muito interessante.
Penso que os anteriores já aqui foram mencionados no Asilo e se na altura mereceram epistolas berradas ao vento, este capitulo final ainda merece muito mais, já que é na minha opinião o melhor do projeto até agora, com eps incluidos.
São duas faixas ambas quase com vinte minutos, carregadas de um peso descomunal misturado com lamentação que cria um balanceamento bastante interessante a nivel criativo, já que existem diversos pormenores bastante bem conseguidos, não só na maneira como se embrulham os temas como num estranho estado quase catartico em que nos vemos agarrados, como se fossemos não direi purificados mas acordados para algo.
Um exemplo do que falo é a segunda faixa Decedere, onde se ouve uma voz operatica que entra numa especie de estranho dueto com o MSW originando um dramatismo lirico completamente surreal e magico.
Se conhecem os anteriores vão notar que este III é mais rico em musicalidade e não vive tanto do peso do riff ou do drone, mas aquilo que poderia a primeira vez parecer estranho e pouco conseguido, como já aconteceu noutros casos (Aldebaran por ex) aqui acaba por funcionar na plenitude.
Um registo que acaba por ser visto como um descanso ou relaxamento mental para todos aqueles que tal como eu gostam de ser esmagados pelo som, aqui existem os dois mundos que afinal estão bem mais proximos do que se pode julgar.
Excelente, só é pena o caracter elitista da coisa ou da trilogia completa, mas este é dos casos que podemos agradecer ás forças do mal por existirem mp3´s.
Podem começar a caminhar já hoje para a III porta do Inferno...não sem antes passarem pelo purgatorio, basta para isso clicarem aqui:

...deixo tudo:
Hell- I

Hell- I I

Hell- I I I



AmenRa-V

Os belgas AmenRa tem construido uma carreira desde 03 que me tem dado um prazer enorme seguir.
Tambem não vou dizer que a fixação começou logo ai, já que o primeiro contacto que tive com a banda foi aquando do lançamento do (ainda hoje) fascinante III continuando depois com um dos albuns que considero mais incriveis feitos até hoje dentro das sonoridades extremas, falo claro do IIII.
Estes dois albuns são daqueles tesouros que goste-se ou não daquilo que fazem ou exploram são essenciais em qualquer coleção ou pelo menos deviam ser obrigatorios ouvir nos dias de hoje.
È sabido tambem que aquilo que se retrata naquele universo muito deve aos territorios explorados por uns Cult of Luna dos primordios, mas a forma como o quintento belga sobe dar um novo folego a um estilo que era marcadamente mal aceite , não só transformou a banda como originou uma autentiva erupção sonora que atingue neste V um esplendor que fecha o passado, faz um resumo daquilo que os musicos tambem exploram noutros projetos como cai de uma maneira algo perigosa nos terrenos pantanosos que geralmente os copycats de Neurosis tentam criar.
Sim, dito isto o V é o album mais intimista da banda até hoje, o mais pragmatico e aquele que podia dar ainda mais fulgor a uma carreira que roça a genialidade, não num sentido banal, mas no verdadeiro sentido da palavra, só que a banda tem aqui momentos que parece á procura de algo.
Primeiro a tal aproximação á sonoridade dos mestres de Oakland que afoga aquele lado mais violento e intenso que a banda tão bem criou no ultimo IIII e que ao longo destes 4 temas se transmite de forma diferente transformando a envolvencia que acaba por não ser a mesma.
Mas lá está como disse em cima talvez as coisas se devam a tal "liberdade" que musicos aqui parecem ter para trazer os seus outros lados, sejam eles mais fechados neles proprios ou mais ambientais.
E por falar no ambiente, achei curioso em algumas partes dos temas serem tão visiveis/audiveis as influencias de Tool, a À Mon Âme é um bom exemplo do que falo, eles que sempre foram uma influencia da banda, aqui realmente assumem de uma forma bem viva esse aspeto, optando por quase largar aquele efeito sufocante do passado.
De todos os temas o unico que realmente faz um flashbak em relação ao resto é claramente o Nowena I 9.10 ,onde se assiste a um dueto tenebroso entre o Scott Kelly e Colin, sobrepostos nos espasmos das guitarras e aquela batida ritualista tão caracteristica da banda..e um album acabar assim depois do que se ouviu até aqui acaba por criar um efeito meio, "já acabou?!" .
O album em si, talvez não provoque aquele efeito de brilho nos olhos que realmente se esperaria para quem os conhece minimamente, mas tambem não soa assim deslocado da sua carreira apenas dá a ideia que parecem querer começar de novo e talvez a seguir outros caminhos, só o futuro dirá que é uma boa cartada ou não, agora que estão numa editora com outro tipo de prespectivas artisticas e com um nome que já está em cima no que diz respeito a este universo.
Talvez tenha sido a melhor opção, não sei, e se estava expectante para o ouvir agora muito mais fiquei para ver/ouvir e perceber o que a banda fará a partir de aqui..
Fica aqui o video da Nowena I 8.10...(outra influencia de Tool):
(É a "I", será que isto é esse tal inicio?)

TomyDeepestEgo-Nero

Mais uma prova da vitalidade da cena italiana chega com o terceiro album dos Tomydeepestego que é qualquer coisa de viciante e refrescante para nos fazer passar estes dias chuvosos de Outono.
Sonoridade totalmente instrumental que se dedica a recriar belas paisagens sonoras onde se vão encontrando algumas pontas soltas de bandas como Pelican, Isis ou Year Of No Light, estes italianos limitam-se a seguir um pouco o atual hype do estilo sem bem que com uma carga melodica e meio emocional bastante cativante.
Um album que certamente irá fazer as delicias de quem se revê neste tipo de sonoridades e ambientes.
Por aqui a coisa tem funcionado de uma maneira bastante agradavel diga-se...altamente aconselhavel.

Trillion Red-Metaphere


Mais um album absolutamente espantsoso, isto depois do excelente ep do ano passado.

If it is singularity, the tried, and tested, or just bizarre that you want, don’t bother looking any further. However, if you yearn for ‘new’ and ‘engaging’, something that antagonizes and simultaneously calms the soul—this LP is for you.

Metaphere is Trillion Red’s debut full-length after last year’s Two Tongues EP. This LP mightily sheds ‘the disconnects’ of Two Tongues, and unleashes a united and firm mark onto the Dark Progressive Avant-Garde Metal sound. It showcases the enormous leap Patrick has taken in creating soundscapes that alternate between heavy and hammering structures, to ambient interludes that all come together to create a twisted musical abstract.

Trillion Red is firmly rooted both thematically and musically in the radical emotions of the human experience. Despite the existential and intangible subject matter, the struggle between darkness and light is the core concept throughout Metaphere, something which everyone can relate and derive inspiration.

This to be enjoyed and savored as a boundless experience that flows seamlessly from beginning to end. Take further passes, and time after time, your ears will gain further insight to what is being said. With a passion to create a new and inspirational musical experience, Trillion Red exceeds expectations with the release of Metaphere.

Close your eyes and let your ears tell the story.


Jesu - Jesu (Picture Disc Mix)



Self Titled Jesu album, remixed entirely for the LTD ED Picture Disc version (1000 copies), released in 2006. Alternative mix with quite significant differences to the original album mix; the concept was to remix it more 'cleanly', due to the original mix containing a lot of distortion. There are still clicks, etc in this mix though due to the nature of the original recording. Here, the album is now remastered in 2012, since the original Picture Disc master was intentionally mastered flat.

THAW-Advance [MMXII]

Excelente proposta destes polacos, como que a fazer crer que afinal dos paises de leste não chegam somente algumas das mais medonhas e tumultuosas bandas de BM no seu sentido mais verdadeiro, começa tambem a haver espaço para sonoridades que não tem medo nem receio de arriscar.
Musicalmente fazem lembrar material de uns Avichi, DsO e aquela dose de surrealismo sonoro que muitas bandas de Post-Sludge tanto gostam e que aqui são cravadas de uma forma absolutamente brilhante.
Este advance , não só mostra um projeto na plenitude das suas capacidades, como é quase ou melhor é mesmo uma das mais interessantes e demolidoras propostas que surgirão nos proximos tempos, isto julgando apenas as coisas e baseando-me neste material.
BM de tendencia Postiana onde se subjugam ambientes que parecem sair da mente perturbada de um Sanford Parker unem-se na perfeição com um Blackened Sludge que não se fica apenas pela parte mais violenta, usam-se aqui diversas dissonancias que remetem claro para o universo de BaN ou DsO, embora com as devidas distancias é claro, mas nem só a banda aplica tambem uma curiosa e absorvente tatica que rebusca as liturgias mais entranhadas do sentido mais Ortodoxo do estilo, resultando estas três faixas numa especie de enigmatismo sonoro que ao ser pintado com varias camadas cria a uma clarividencia pouco usual para uma banda supostamente tão jovem.
Na minha opinião isto é realmente muito interessante e objeto de culto nas proximas semanas se bandas como Minsk estiverem no topo das vossas preferencias, mas não só como demonstrei ao longo deste texto.
Podem ouvir aqui:

Hollow Ghost-Renewal

Men Eater acabou!
Parece sina (das más) as boas bandas nacionais não se aguentarem e a culpa não pode ser somente da pirataria, mas isto digo eu...que só vim ver a bola.
Mas se uns fecham as portas outras se abrem ainda mais brilhantes, é o caso do novo projeto Hollow Ghost (do vocalista de Men Eater aos comandos)...que mostram o muito interessante ep Renewal.
Sem duvida uma das propostas que mais expectativas me gerou, musicalidade bem interessante, poderosa, um pouco orelhuda é certo, mas muito cativante ou não fosse isto criado por um dos musicos mais á frente do atual panorama nacional...
Senhoras e Senhores apresento-vos Hollow Ghost: