OverdoseS-Tool


A caixa do "Salival" é uma autentica preciosidade nos dias de hoje.

Esta promo é uma preciosidade :)





Os Tool são uma das bandas que sigo á mais tempo mais propriamente desde os tempos do Aenima e tudo devido a uma entrevista feita num antigo jornal de musica portugues chamado Blitz.
Nessa entrevista feita pelo Antonio Freitas que ainda guardo algures por aqui algo que me despertou a atenção não sei se aqueles fatos cor de laranja se aquele gato preto se as palavras lá escritas,mas resolvi ir a procura de algum som deles o que não foi muito facil,naqueles tempos não havia ainda as facilidades dos dias de hoje mas lá consegui arranjar o album.
Depois de escutado de uma maneira "extrema" encontrei ali um som diferente e que mostrou uma das bandas mais interessantes,inteligentes e carismaticas da historia do Rock.
Com o passar dos anos passaram de banda que se ia ouvindo com prazer a banda que se sente de maneira especial sendo nos dias de hoje uma das minhas preferidas.
Da discografia deles apenas não gosto do Opiate que na minha opinião é bastante banal para aquilo que se tornaram,mas tambem era só o inicio...
São tambem uma das bandas que considero como fundamentais para aquilo que gosto nos dias de hoje, embora diferentes de muita coisa que as vezes por aqui falo conseguiram dar-me uma nova prespectiva da musica que ouvia na altura o que levou a tentar procurar cenas diferentes e que se destaquem um pouco daquele marasmo que as vezes existe em todos os generos musicais.
E como eles existem mais alguns nomes que depois vou falando por aqui...
Tool são os Led Zeppelin do novo milenio quer se queira quer não e já agora quantas bandas conseguiram ser tão unanimes nos dias de hoje quase em todos os estilos?
Ouçam desde Meshuggah,Candiria,Chevelle,Isis passem por algumas bandas que nos dias de hoje fazem algum furor e acabem em Cobalt e verão que afinal a banda do Maynard é muito mais do que uma simples banda é uma fonte de inspiração.

Medicamentos



Na ultima semana chegou isto:
Split de AntaeuS/Katharsis
Nox Inferi-Adverse Spheres
Funeral Mist-Maranatha
Mournful Congregation-The June Frost
Cough-Sigillum Luciferi

Premonições:Tributo a Ved Buens Ende/Emperor/Arcturus


Será editado no proximo dia 15 de Abril atraves da editora russa Aspherical Asphyxia um tributo a estas 3 bandas nordicas.
Pelo menos para já ainda não se sabe muito do album apenas o nome que dará titulo á coisa: Old Crown, New Spawn e os Mindgrinder contribuem como o I am the Black Wizards de Emperor e a capa é muito má.
Parece que vai ser algo free download mas vamos aguardar...
http://www.myspace.com/asphasph

Instinct-Instinct


Instintos suicidas,instintos morbidos,instintos funerarios....
Uma banda quando procura criar algo que se envolva com o que falei em cima nos dias de hoje não precisa de muito as vezes basta atirar para o ar as ideias e falar das influencias.
O pior é conseguir mostrar essa arte de uma forma digna ao outro lado acreditem que as vezes é bem mais facil usar as palavras em vez da musica...
O que se passa com os Instinct é algo que encaixa naquilo que escrevi na primeira frase e melhor conseguem criar um album digno de ser ouvido por todos aqueles que diariamente não conseguem esboçar um sorriso..
A base mais depressiva e lenta do BM é o que rege estes ingleses mas não só existe ao longo do album um certo sabor amargo a paganismo negro que me faz lembrar por vezes os noruegueses Hades Almighty por alturas do Again Shall Be.. embora se em vez daquele BM mais crú tocassem algo mais inspirado em Burzum inicial ou até mesmo Ulver.
Nestes 3 temas a banda liderada pelo Verst(membro unico) consegue criar um enorme album de BM que percorre varias tendencias dentro do genero desde o passado até aos tempos mais recentes ou por outras palavras de Burzum até Xasthur passando por Bethlehem ou Leviathan.
Nos dias de hoje muitas bandas tentam recriar este tipo de sonoridade mas em muitos casos com o resultado bem diferente daquilo que apregoam a sete ventos e mais uma vez se prova que aquilo que realmente é interessante não é aquilo que está a vista de todos mas coberto por folhas e gelo e por onde o vento vai serpenteando.
È um album muito bom,por vezes bastante melodico até mas muitissimo frio e penoso que vai deixando um rasto de nevoeiro á medida que vai passando pela nossa frente.
Não consigo destacar uma musica todas elas são de uma enorme qualidade e envolvencia que conseguem para além de me petrificar a alma fazer recuar no tempo até aos tempos aureos do BM nordico onde as bandas se preocupavam em criar autenticas obras primas vindas em vez de criarem estatuas de pés de barro que se vão desfazendo com o tempo.
O que me pareceu estranho foi ser uma banda vinda da Inglaterra a criar este album sinceramente não é muito usual ouvir-se cenas tão boas vindas de lá e depois de ter ouvido no ano passado o album de Subvertio Deus se calhar as coisas estão a mudar para aqueles lados tambem já não era sem tempo.
Deixo aqui um link para ouvirem isto e acreditem que vale mesmo muito a pena este é um daqueles registos extremamente recomendados aqui pelo sitio..
http://www.mediafire.com/download.php?jdnjjtdylzm

Panic Room:Arioch/Mortuus

video
Resolvi criar aqui um espaço novo dedicado a certos musicos que considero fundamentais dentro da musica que mais ouço e sobretudo mais me diz.
Começo pelo sueco Daniel Rosten.
Dito desta forma acredito que poucos lá chegam mas se escrever Mortuus ou Arioch ai certamente o caso já muda de figura.
Na minha opinião esta criatura é nos dias de hoje um dos melhores e mais brutais vocalistas de BM que se podem ouvir dentro da musica extrema.
A primeira vez que ouvi a voz dele foi aqui há uns anos no primeiro registo de Funeral Mist e na altura uma das coisas que mais me cativou foi sem duvida a parte vocal que conseguia criar um clima extremo verdadeiramente demoniaco.
Depois seguiram-se os tristemente ignorados Triumphator banda que juntava varios membros de Marduk e que conseguiu lançar um album verdadeiramente malevolo e que me parece que passou ao lado de muita gente o que é pena, porque continuo a achar o Wings Of Antichrist como um dos mais fortes pilares do BM sueco e se desconhecem acho que vos faria bem uma descoberta ou re-descoberta.
Mas o que mudou verdadeiramente a minha visão acerca do Arioch foi mesmo o espectacular Salvation de Funeral Mist.
Neste album a banda entra nos dominios mais Ortodoxos do BM de uma maneira mais directa e onde se assiste a um autentico massacre vocal por parte do musico,alias se existem albuns de BM cantados com alma e onde se fica vontade de entrar num qualquer culto satanico depois de ouvido este é sem duvida um deles continua a ser um album obrigatorio.
O musico sempre teve ligações ao Morgan de Marduk e depois da saida do cada vez mais sem jeito,para não dizer parvo Legion, o lider de Marduk não fez outra coisa senão chamar o criador de Funeral Mist para tomar as redeas da maquina belica sueca e o resultado da primeira investida foi excelente já que o Plague Angel é de facto um bom album embora ainda muito ligado ao passado recente da banda consegue demarcar-se um pouco daquele som cada vez mais enfadonho de Marduk.
E se aqui as coisas comecaram a ganhar novas formas,no registo seguinte Rom 5:12 são aprefeicoadas ao maximo e aqui sim já se nota o dedo do agora Mortuus na banda.
È certo que tanto o Morgan como o Daniel são grandes fans de um certo tipo de cinema e literatura e a partir destas influencias conseguem criar a desenvolver as suas ideias e transforma-las em autenticas descargas de lirismo extremo de uma forma bem singular e ao prova disso é este abum e o Maranatha.
Chegou a Era de Funeral Mist novamente.
Do novo album já aqui falei por isso deem lá uma espreitadela é apenas um dos grandes albuns deste ano é certo que acaba por ser diferente do Salvation e isso é sempre motivo de cuspidelas por parte de alguns fans,mas uma coisa é certa é um autentico tormento para a cristandade....e isso meus amigos já é mais que suficiente para ser escutado.
Deixo aqui uma especie de retrospectiva sonora do Arioch/Mortuus e onde poderão encontrar temas de Triumphator,Marduk ou dos seus Funeral Mist tanto do passado como do presente para verem no que consiste a essencia do sueco.
Se o Dead marcou uma era,o Attila outra os dias de hoje na minha opinião pertencem ao Arioch.
"Let every heart prepare a throne and every throat a brand new song" berra ele na Living Temples nada mais certo,nada mais certo...em cima podem ver o clip da Throne of Rats de Marduk vocalizada pelo Mortuus.
http://www.mediafire.com/download.php?kyytumtmmyh

Premonições:Glorior Belli PartII


Depois de ter falado aqui a poucos dias do novo registo dos franceses Glorior Belli deixo aqui dois temas que farão parte do novo album e que mostram uma banda renovada e cada vez mais intessante.
Num dos temas o In Every Grief-Stricken Blues a banda consegue misturar BM com um certo sabor sulista americano deixando a ideia que alguns nomes da NOLA scene foram uma fonte de inspiração já para não falar no quase (pasmem-se sff) CountryBMdissonante e fantastico There is But One Light.
Pelas primeiras amostras acho que temos aqui um serio candidato a album do ano dentro do BM mais explorador...se quiserem ouvir é só clicar neste link:
http://www.mediafire.com/download.php?zdtzzzmtw2y

Premonições:Lux Ferre,correntes negras..


Em breve o novo album de Lux Ferre vai ver a luz.
Entitulado "Atrae Materiae Monumentum" a banda portuguesa desta vez entrará por dominios um pouco diferentes daquilo que fez no passado em especial no album "Antichristian War Propaganda" onde o extremismo sonoro atingia a plenitude.
No novo myspace da banda podem ouvir já alguns temas novos que confirmam um pouco aquilo que escrevi em cima alias basta ouvir a faixa "Breu" que parece mostrar uma banda mais direcionada para um estado mental mais demente em vez da agressão pura e dura.
Desta vez e seguindo um pouco a actual tendencia que parece surgir em inumeras bandas de BM portuguesas a banda optou pelo menos nestes novos temas apresentados no myspace usar lingua de Fernando Pessoa em vez do ingles o que na minha opinião parece ser uma boa opção, embora já o tivessem feito no passado continuo a achar que é a linguagem que melhor se enquadra no seu som.
Resta aguardar pelo novo album a ser editado em breve e novamente pela Ketzer Records...
http://www.myspace.com/officialluxferre

Premonições:Tributo a VBE/Emperor/Arcturus mais os novos projectos de um ex:Emperor


ZYKLON/EMPEROR guitarist Samoth (real name: Tomas Haugen) has issued the following update:

"Earlier this week I joined my friends in MINDGRINDER on stage in Oslo for a few tracks at the Wacken Battle show, stepping in for guitarist Håkon, who was away on a wildlife expedition of some sort.

"In related news, MINDGRINDER has, in addition to a full new album, recorded EMPEROR's 'I Am The Black Wizards' for an upcoming triple tribute to EMPEROR/VED BUENS ENDE/ARCTURUS entitled 'Old Crown, New Spawn'. They even convinced my father to play bass on the track; pretty cool.

"As for my new project [with with Cosmo from MINDGRINDER], things are still in motion, planning to work hard over Easter with Cosmo to finish the pre-production/ demo recordings. We've not yet decided on a final recording lineup for the album, nor a band name, but once it's nailed, we will let you know. I'm definitely happy with the progression of the material and I'm excited to see the results of this venture."

Samoth previously stated about the musical direction of his new project, "Extreme metal is what runs in my blood, so extreme metal it is! Actually, deathrash was the blueprint Cosmo and I had set when first starting to work on it. It's less extreme than ZYKLON, but still elements of death metal, lots of thrashy elements, old school and new school, catchy groovy hooks, some melodic atmospheric stuff, some eerie stuff."

Thee Orakle-Metaphortime


Actualmente as bandas portuguesas dividem-se em varias categorias.
Umas procuram fazer algo diferente, outras continuam a sua senda metalica normal e o resto não valem uma escuta sequer.
Os Thee Orakle depois de ouvir o novo album acho que se podem englobar na segunda categoria.
Neste primeiro album a banda consegue duas coisas que me parecem bem esgalhadas primeiro um som Death/Doom que me transporta um pouco para aqueles ambientes de algumas bandas do Sul da Europa na decada passada e depois adicionam algo moderno sem com isso descaracterizarem a sua sonoridade base.
Nomes como Septic Flesh antigo,os austriacos Darwell,ou os portugueses ThanatoSchizo e Moonspell da nova fase são referencias que me parecem demasiado obvias naquilo que mostram neste album e primeiro da banda.
Misturando um pouco de cada uma conseguem criar um trabalho que apesar de não se estar perante algo que mude as regras deste estilo consegue ser agradavel e não comprometer.
As vozes quer do Pedro quer da Mika são muito boas para o estilo que a banda segue mesmo quando ele entra num registo mais Ribeirista e deixa de lado aquele vozeirão mais greekinspired a boa maneira de Septic Flesh.
Já a Mika apenas acaba por complementar a voz masculina mas mesmo assim a nota é positiva e fizeram bem não cair no cliché já algo batido e porque não dize-lo meio sem jeito do jogo bela e do monstro e já agora o trabalho dela na faixa "White Linen" está muito bem conseguido tal como as vozes de apoio na "Ghost Memories".
A nivel instrumental apenas não gostei lá muito daqueles momentos em que a banda se perde um pouco num registo mais truemetalpoderoso algo basico onde o som parece desintegrar-se um bocado acabando por não encaixar lá muito bem já para não falar em alguns saques algo sarcasticos como por exemplo inicio da Never-Ending Dilemma que é bastante Metallicainspired na minha opinião.
Mas a boa produção dos UltraSound Studios acaba por esconder um pouco esses aspectos menos bons.
Algumas influencias externas com as que se ouvem na "Alchemy Awake" dão a ideia que se está a ouvir uns Orphand Land misturados com Moonspell e neste a participação do Sa'aron de OL está mesmo porreira.
Em resumo se gostam das bandas que fui aqui mencionando ao longo do texto certamente irão apreciar este album mas como disse não se trata de nada extraordinario ou que vá mudar algo no genero mas mesmo assim parece-me um album bem honesto e que vai ao encontro daquela legião de fans de gothicdarkmetal mais tradicional que gosta destes ambientes mais basicos do genero.
http://www.myspace.com/theeorakle

Metallica-December 12, 2008 Citizens Business Bank Arena, Ontario, CA



O ultimo album de Metallica é comparavel a uma Fenix.
Gostou-se ou não da banda este album conseguiu faze-los renascer de novo para aquilo que melhor sabem fazer ou seja Metal.
Ok a palavra nos dias de hoje acaba por ferir os mais puristas,mas sinceramente que sabem eles?
Dantes queriam um som tipicamente Metallica e não o tinham agora tem e mesmo assim não estão contentes e vão arrasando a banda....enfim como diz o Hetfield..So Fucking What?
Mas fora estas cenas deixo aqui um album ao vivo que tenho andado a ouvir nos ultimos dias gravado em Dezembro de 08 em Ontario por alturas da tour americana que promoveu o ultimo album chamada World Magnetic Tour.
A qualidade é mesmo muito boa e resolvi partilhar com quem quiser.
Deixo aqui para terem uma ideia os temas tocados nessa noite:
That Was Just Your Life
The End of the Line
Ride The Lightning
For Whom The Bell Tolls
One
Broken, Beat & Scarred
Cyanide
Sad But True
Welcome Home (Sanitarium)
All Nightmare Long
Kirk Solo #1
The Day That Never Comes
Master Of Puppets
Blackened
Kirk Solo #2
Nothing Else Matters
Enter Sandman
Stone Cold Crazy
Whiplash
Seek and Destroy
http://depositfiles.com/pt/files/stri5tnbt/

Premonições:Sunn O)))


Copei e pastei (lol) do blog da SL parece que vem ai um album "musical" de O)))

“Monoliths & Dimensions”
"SUNN O))) is proud to present their 7th studio album, after 10 years of existence, entitled Monoliths & Dimensions. The album showcases the core guitar duo - Stephen O’Malley and Greg Anderson - incorporating influences from a plethora of guest musicians, bringing the SUNN O))) sound to epic new levels. The band also collaborated with composer Eyvind Kang (notable for his work with John Zorn, Marc Ribot, Bill Frisell, etc.) on various acoustic ensembles, in addition to the Helios fueled electric guitars and basses. Key players on the album include Australian guitar genius Oren Ambarchi, enigmatic Hungarian vocalist Attila Csihar (Mayhem, Tormentor, etc.) and slow music godfather Dylan Carlson (Earth), as well as a brass section: Steve Moore (of Earth), Julian Priester (worked with Sun Ra in the 50s, John Coltrane’s African Brass band, and Herbie Hancock’s Sextant band) and new-music horn player Stuart Dempster. There’s also an upright bass trio, French & English horns, harp & flute duo, piano, reed & strings ensembles, and a Viennese woman’s choir led by Persian vocal savant Jessika Kenney.

The album is not “SUNN O))) with strings” or “metal meets orchestra” material. The band took an approach concentrating on more of allusion toward the timbre of feedback and the instruments involved, so the piece is really illusory, beautiful and not entirely linear, stating that the end product is “the most musical piece we’ve done, and also the heaviest, powerful and most abstract set of chords we’ve laid to tape” The album was recorded and mixed by Randall Dunn & Mell Dettmer at various points over the last 2 years, and will be released"


Premonições:Glorior Belli


Pela amostra no myspace o proximo album de Glorior Belli chamado Meet Us at the Southern Sign poderá ser algo que valerá a pena dissecar durante este ano.
Pelo menos a faixa que apresenta o album chamada "There Is But One Light" é muito boa e adensa o suspense para ver o que fizeram os fransceses desta vez.
O album será editado em Maio pela Candlelight por isso resta esperar..por mais um trabalho "Luminoso".
Aqui ficam os temas que irão fazer parte do album:
01. Once In A Blood Red Moon
02. The Forbidden Words
03. Swamp That Shame
04. There Is But One Light
05. My True Essence
06. In Every Grief-Stricken Blues
07. Nox Illuminatio Mea
08. The Blazing Darkness (Of Luciferian Skies)
09. Fivefold Thought
10. Fires Of The Sitra Ahra
11. Meet Us at the Southern Sign

http://www.myspace.com/gloriorbelli

Premonições:Secrets of The Moon


È um dos albuns que aguardo com alguma expectativa para este ano.
Os alemães Secrets Of The Moon de acordo com o seu myspace já tem o trabalho acabado e pelos vistos a banda ficou meio perplexa com aquilo que criou.
Cliché ou não espero que pelo menos seja tão bom quanto o anterior Antithesis.
O album chamar-se-a Privilegivm e terá as seguintes faixas:
Privilegium
Black Halo
Marionettes
A Million Suns
For They Know Not
Queen Among Rats
Shepherd
I Maldoror
Sulphur Pulse
Contará ainda com uma faixa extra que será uma versão de uma banda conhecida,não se sabendo ainda qual e de quem.
A banda agora reduzida a trio é constituida pelo vocalista e guitarrista sG, o baterista Thelemnar e pela baixista LSK de Antaeus e Hell Militia.
Espera-se algo bem negrooooo...
http://www.myspace.com/secretsofthemoon



A Storm of Light/Nadja-Primitive North


Antes da chegada do novo album entitulado "Forgive Us Our Trespasses" ASOL entram em sintonia com os canadianos Nadja libertando um daqueles trabalhos que merecem umas horas perdidas.
"Primitive North" é um trabalho que une duas bandas que aparentemente pouco ou nada tem em comum, mas isso é apenas uma falsa sensação porque o temos aqui são musicas de dois universos que se engolem entre si e que conseguem criar um grande impacto musical.
Os dois novos temas de ASOL continuam na senda oceanica iniciada no And We Wept The Black Ocean Within embora aqui se note por vezes uma cada vez mais aproximação a um universo mais choroso e não tão agreste um misto de Tiamat dos tempos do Wildhoney misturado com Neurosis,alias a musica "Sister" prova isso mesmo e sim o feeling Pink Floyd tambem por lá anda.
Depois chega Nadja e ai minha nossa,quem os conhece sabe daquilo que são capazes de criar e das envolvencias que lhes saem dos albuns.
Nestes dois temas o duo mostra que afinal não saem assim tão deslocados da banda do Josh alias se for a ver bem o que temos aqui é quase uma continuação natural dos temas anteriores de ASOL,embora num sentido mais, como dizer apocaliptico e viajante.
Quase como que encontrassemos um jardim de rosas no meio de um cenario completamente destruido.
Isto tanto no original como na remistura do "Brother" que aqui é transformada por eles.
São dois universos tão diferentes mas que se acabam por tocar e aplica-se o mesmo á I Make From Your Eyes The Sun que leva um tratamento de choque quase surreal por parte de ASOL dando a ideia que é uma faixa diferente daquilo que ouvimos atras.
È um trabalho em conjunto no verdadeiro sentido da palavra que procura para além de mostrar a materia de que são feitos os dois grupos, os transforma entre si e joga com a sonoridade de ambos conseguido criar um split com bastante impacto,muitissimo ambiental e alucinante principalmente na parte em que as bandas trocam de faixas entre si.
Espero ouvir da parte de ASOL em breve um destes temas num palco qualquer...
http://www.mediafire.com/?2zd4qnhzzwt

OverdoseS-Deathspell Omega


Deathspell Omega.
"Their Suffering is my pleasure and their death is my joy"
Provavelmente a banda mais visionaria saida do actual BM a par de Blut Aus Nord.

OverdoseS-Darkspace


E agora uma banda que é um autentico tesouro.
Os suiços Darkspace criadores de uma vertigem sonora que sinceramente mais nenhuma banda consegue recriar desta forma nos dias de hoje.
Acho engraçado ler em algumas entrevistas os vizinhos Samael dizerem que tocam Space-Metal,será que o Vorph e companhia alguma vez ouviram um tema que fosse da banda do Wroth?
Fica a questão,mas se eles tocam SM como gostam de afirmar os Darkspace são a descarga nuclear que arrasa com o Universo.
Uma banda unica que me deixa sem palavras.

OverdoseS-Diabolicum


Segue-se agora uma banda que é um autentico culto por estes lados.
Os suecos Diabolicum.
Banda tremendamente poderosa e misantropa e que se assume como uma das demoniacas e tortuosas alguma vez ouvidas por estes lados.
Misturam BM com Industrial marado de uma maneira que nem imaginam...
Parece que vem por ai um novo registo pela Code 666 com a participação do Kvarforth de Shining na voz o que é algo no minimo interessante para não dizer FODA-SE.
O tema que aqui ouvem agora no FlashPlayer é deles..

OverdoseS-Cobalt


Olá.
A partir de agora vou começar a colocar aqui algumas discografias,cds comprados recentemente ou alguns que tenho na minha coleção pessoal, tentando com isto mostrar que nos dias de hoje nem só de ficheiros mp3 vive o Asilo nunca viveu nem viverá,espero que pelo menos provoque alguma inveja desse lado e que vos leve a comprar aquilo que gostam tal como eu faço.
Começo por uma das bandas que mais ouço nos dias de hoje os norte-americanos Cobalt que são na minha opinião uma das melhores bandas que por ai andam.
Apenas me falta o primeiro ep Hammerfight que não consigo encontrar em lado nenhum, já agora se conhecerem alguem que tenha e se queira desfazer é favor avisar e deixar mensagem...
Outra coisa engraçada no mais recente album chamado Gin que já aqui falei tem um erro no parte lateral do cd,escreveram Coblat em vez de Cobalt...quem sabe se isto daqui a uns anos vão será uma preciosidade..

Insuiciety-The Cure for the Truth


Que grande album este antes de mais.
Com a aparente descoberta por parte de muita gente do genero Sludgeiano começa-se a notar um certo fulgor dentro do estilo que na minha opinião o poderá tornar em mais um hatedmetalstyle que sinceramente não acho muita piada.
È que no meio de tanta coisa as vezes aproveitam-se 5 albuns em 50 o que acaba por saturar e sufocar qualquer genero musical,mas as coisas lá no fundo sempre funcionaram assim portanto siga.
Esta banda que é recuperada em 09 depois de um muito bom ep lançado aqui ha uns anos surge como um lufada de ar fresco na cena europeia visto que cenas deste campeonato existem aos montes do outro lado do oceano.
O que temos aqui é algo muito interessante na minha opinião.
Vindos de terras germanicas esta banda consegue pegar na agressividade Kylesiana e transforma-la numa explosão de ritmos que ora caiem para o lado pesadão como de seguinda entram em devaneios apocalipticos.
Com uma menina chamada Ajka na voz que consegue recriar e prestar homenagem (de uma forma bem gira e potente diga-se) a outras figuras fofinhas como os casos da Karen Crisis ou a Kat de Salome é nela que se acaba por centrar todo o poderio musical da banda.
Os temas apesar da aparente e algo falsa sensação de deja vu conseguem ficar na mente já que a banda para lá dos elementos que já falei adiciona um certo sabor punkrockeiroviolento á musica que acaba por os destacar no meio das cenas que ouvi nas ultimas semanas dentro do genero.
O album é bem potente e arrastado por vezes ficamos com a ideia que estamos a ouvir uns Omega Massif misturados com Crisis a brincar com uma qualquer banda de Doom mais fumarenta.
Espero que agrade a alguem eu pelo menos gosto..
http://www.mediafire.com/?l2iitgtjjnd

EyeHateGod-Smoke and Weed at The Bar-L.A. 20/02/09


EHG anda por ai a espalhar caos e confusão.
Desta vez é um concerto recente realizado no passado dia 20 de Fevereiro em L.A. num local chamado The Bar aquando do Festival Mardi Grass.
O som não aqui é tão bom se o comparar com o outro concerto que aqui coloquei aquando do 20º aniversario da banda mas mesmo assim vale bem a pena ouvir mais um registo insano de uma das bandas mais agressivas que ouvi até hoje e sem duvida uma das mais carismaticas e intensas dentro da musica extrema.
I'm here and EYEHATEGOD:
http://rapidshare.com/files/211878731/eyehategod_-_live_2009.02.20_the_bar__metairie__la.zip

Isis-Wavering Radiant


Quando uma banda de um momento para o outro passa a ser a fonte de inspiração para inumeros projectos dentros do mais variados estilos musicais nos dias de hoje que poderá ela fazer para que não caia no erro de ser tornar uma copia dela mesmo?
Tem duas opções ou continua no mesmo registo mas fazendo as coisas com aquele carisma que as demarca do resto ou simplesmente seguir o caminho mais arriscado e explorar outros universos.
No caso dos norte americanos Isis o que se passa na actualidade é um misto destas duas coisas já que conseguem manter aquele registo unico e ao mesmo tempo entrar pelo artico dentro a procura de ar fresco para um genero que ajudaram a criar.
Se no album anterior a banda já revelava algumas piscadelas de olho a outras coisas aqui o Aaron Turner e companhia arriscam mesmo e sem se dar por isso dão um salto de gigante em relação a concorrencia.
Pessoalmente não gosto muito do album acho-o quase anti-Isis,mas se for a ver as coisas de uma forma mais lirica e profunda o que temos aqui é um muito bom album.
È estranha a frase não é?
Não gostar de algo e ao mesmo tempo achar que se está perante algo bom,pois bem mas até é simples isto.
Primeiro e mais evidente nota-se que a banda entra num experimentalismo quase indie ou Soft-Post-Rock como queiram de uma forma que quase arrasa a sonoridade da banda e se anteriormente isso era sublimemente misturado com alguma agressividade aqui esta palavra deixa quase de fazer sentido e em vez disso a banda agora anda a navegar por paisagens melancolicas que rementem para aquilo que por exemplo A Perfect Circle já fez ou noutro campo mais directo uns GIAA o que não é mau pelo contrario,mas que acaba na minha opinião por matar um pouco o clima Isiano caracteristico já para não falar no som cada vez mais Tooliano que as vezes se apanha na cara como o que se ouve por exemplo ao longo da "Threshold of Transformation" ou logo na espectacular faixa de abertura "Hall Of The Dead" e neste apesar do riff inicial recuperar um pouco do ambiente de uma faixa como a "Celestial-The Tower" mais polida consegue soar a tudo e a nada dentro do universo Isis.
Talvez isto se deva a tour que fizeram para promover o In the Absence of Truth com a banda do MJK ou devido a participação do Adam ou se calhar não é nada disso é apenas o cunho do Baresi já que aqui existem momentos que lembram tambem o ultimo de Enslaved pelo menos naquelas partes mais "sem medo" no album e ele tambem foi o responsavel pelo som.
Uma coisa é certa é uma banda que não consegue fazer musica má e aqui prova-no mais uma vez.
Mas sinto falta daquelas explosões nos temas,daquele registo agreste mas ao mesmo tempo limpido e sentimetal e de uma parte instrumental mais solta que agarrasse logo a primeira aqui para minha pena pouco ou nada disso existe em vez disso apostaram no facil(ok talvez não seja bem essa palavra) e no mais orelhudo talvez para entrar noutro campeonato que em boa verdade até merecem,mas um tema como "Stone To Wake A Serpent" não soa lá muito a Isis.
O que confirma aquilo que disse em cima mostra a banda a procura de novos espaços talvez mais envolventes e fofos em detrimento de outros mais espinhosos se resulta ou não os fans mais acerrimos que vejam a banda pela musica o dirão.
Por estes lados apesar da qualidade enorme colocada pela banda em cada tema é uma semi-desilusão acho o ITAOT superior já para não falar que fica a anos luz do Panopticon que é o meu preferido,ou num Oceanic que tambem teve mais ou menos uma mudança meio drastica no som da banda.
Um "Foco Luminoso indeciso"....hum curioso é que é mesmo isso aos meus ouvidos existe muita luz mas acaba por se tornar em algo:gosto/não gosto.
http://rapidshare.com/files/210718488/isez-UKi.rar

Malebolgia-Requiem for the Inexorable


Arghhhhhh....com mil diabos,puta que pariu para este album.
Antes de mais este album é o mais violento que ouvi prai no ultimo ano vindo de uma banda de DM tecnico/brutal e mais é sem duvida o mais interessante que ouvi nos ultimos anos dentro do genero.
Se acompanham este antro mais atentamente aqui há uns meses falei do ultimo de Hate Eternal e na altura disse que o album apesar da brutalidade tinha imensas falhas que não ajudavam em nada ao produto final.
Polemico ou não continuo a ter exactamente a mesma opinião nos dias de hoje quando o coloco a rodar.
O que falhava nesse petardo(sim é de facto um petardo) era tornar a escuta mais variada,não que eles incorporassem elementos estranhos no som,mas pedia-se um espancamento do ouvinte de diversas formas sem que com isto sairem do seu habitat natural,para que aquilo resultasse em pleno.
Esse falhou mas este não.
Esta banda completamente desconhecida apanhou-me á traição e enfiou-me umas valentes cacetadas na cabeça que ainda ando meio zonzo.
O que temos aqui é uma banda de DM brutal(nada de DCore ou cenas do genero atenção) que sabe perfeitamente aquilo que faz e quer de uma maneira violentissima já que o que se ouve ao longo destes singelos 36 minutos conseguem envergonhar algumas bandas já com alguma historia e peso dentro do estilo.
Para além das referencias mais obvias á Hate Eternal como escrevi em cima a banda procura outras coisas mais além dentro do genero tanto a nivel vocal como instrumental.
Temos aqui momentos extremos inspirados nos Deicide dos bons velhos tempos,passagens brutais que fazem Cannibal Corpse corar de vergonha(ouçam a "Involuntary Recollections" por exemplo),solos rasgantes pelo album todo á boa maneira das bandas da solarenga Florida e a voz do Daniel Marshal não é mais que um misto de Benton/Rutan/Vincent/Corpsegrinder possuidos isto já para não falar no...bem quase nem tenho palavras para o descrever,trabalho de bateria a cargo de um gajo chamado Kevin Hedgecock que é algo.. hum.. a palavra extremo quase que nem tem logica,o gajo sinceramente não é humano de certeza neste aspecto os The Amenta vem a memoria.
A banda define este album como uma resposta a todas as novas bandas do tal estilo meio odiado e acreditem que o conseguem fazer de uma maneira bem violenta é que elas ao pé destes Malebolgia(nome retirado do Inferno de Dante já agora),não passam de meninos bem comportados.
O album é muitissimo bem estruturado com as faixas a crescerem á medida que se ouve o album até a surpresa final(já lá vamos).
A brutalidade funde-se com a tecnica (embora nada de sons masturbatorios aqui) e as vocalizações cavernosas em muitos casos a duas vozes criam autenticos terramotos.
È um album que transpira muito ao passado do DM americano mas para além disso consegue estar bem actual,alias bastante mesmo talvez os novos putos/fans não acharão nada de especial mas quem assistiu á ascensão e queda do estilo que falei em cima nos anos 90 acreditem que têm aqui um bom saco de pancada para os proximos tempos.
Agora o tal final que é um lol.
Eu pergunto já alguma vez ouviram uma musica de hard n´heavy num disco deste tipo?
Esqueçam as brincadeiras as vezes parvas de SFU o que temos aqui no final é uma "brincadeira" que lembra aquele Poser Metal americano e mais não digo...ouçam que é um final em grande.
Para já um dos albuns do ano e como disse provavelmente e pelo menos para mim o melhor album de DM á seria dos ultimos tempos senão mesmo anos.
http://www.mediafire.com/?xojeimmw5om

Neurosis-Live Scion Fest Atlanta-28/02/2009


A Sun That Never Sets
Given To the Rising
Distill (Watching the Swarm)
Water Is Not Enough
At the End of the Road
Stones From the Sky
Belief
Fear and Sickness
To the Wind
Times of Grace

È preciso dizer mais?
Mais um que resolvi partilhar com quem gosta.
Isto foi gravado em Atlanta no evento chamado Scion Rock Fest onde tambem actuaram...bem vejam o cartaz em cima,não me apetece escrever..
A actuação tem como base o GTTR,mas mesmo assim da sempre um gostinho especial ouvir um SFTS ou o espectacular ToG que fecha a actuação.
O som pode-se dizer que está bom apesar de algum ruido de fundo,ouve-se muito bem.
Para quando uma vinda deles até cá?
Fica o pedido...inglorio eu sei mas fica a ideia...quem sabe....
http://rapidshare.com/files/210196500/neurosis_-_live_2009.02.28_masquerade__atlanta__ga__source2_.zip

Ramp-Visions


Vou comecar pelo velho discurso do:"E se..."
E se os Ramp tivessem tido sorte?
E se os Ramp tivessem tido uma boa editora que apostasse neles?
E se os Ramp tivessem enverdado por apostar mais a serio naquilo que fazem lá fora?
E se os Ramp fossem suecos...ou americanos...ou franceses?...já não digo ingleses porque esses ainda são piores que eu na questão da mania.
Pois bem são algumas perguntas que nunca saberemos a bem dar a resposta certa,mas reflecte bem a mentalidade nacional quando se fala em algumas bandas.
Os Ramp foram uma das primeiras bandas de musica extrema portuguesa que ouvi e gostei a serio a par de já agora Sacred Sin e mais outros nomes que entretanto se perderam,isto no principio da decada de noventa...o bicho estava em fase embrionaria ainda para se transformar no monstro que é nos dias de hoje.
Mas vou deixar estas cenas nostalgicas de fora e falar de Ramp.
Depois do algo monotono Nude e do sem jeito ep Planeth Earth a banda surge em 09 de cara lavada,com algumas novidades no seu som caracteristico.
Desta vez a banda não se limitou á sonoridade musculada do Thrash procurou inovar um pouco e entrar por caminhos bem mais industriais.
Não altera em muito o som da banda como poderá parecer as primeiras escutas,mas acho que esta "novidade" os tornou numa banda mais ciente daquilo que quer mas talvez os torne incompreendidos pelos fans mais antigos.
A voz do Rui Duarte continua muito boa e vem provar mais uma vez que ele continua muito á frente do restante marasmo metalico nacional no que diz respeito a este campeonato com ou sem puristas o trono é dele.
Já agora uma coisa que achei engraçada neste album foi o homem por vezes dar uma de Devin Townsend quando usa um registo mais acelarado.
Desta vez não temos a balada melosa da praxe o que é pena na minha opinião,já que isso é algo que eles sempre fizeram e bem,desta vez temos um par de temas mais calminhos como o caso do "Tragic Blows" ou da "Dusk",mas para compesar isso temos aqui excelentes faixas como a "Blind Enchantment"(excelente refrão) que abre o album e que irá ter o mesmo impacto de um "Hallelujah" a meu ver.
Acredito que este seja o album mais ambicioso que fizeram até agora, mesmo não sendo algo radicalmente diferente do passado mostra uma banda atenta ao que se vai fazendo nos dias de hoje o que pode finalmente abrir certas portas mais ferrugentas.
Este album tem muito para agradar tanto a novos como a velhos fans de Metal e até mesmo aqueles riffs a soar a coreindustrial (ups lol) da "Visions","Mud" ou da "The Cold"(SYL? lembra sim) são abafados pela maquina metalica da margem sul quando entra em alta rotação.
O que me parece faltar aqui e apesar de ter o cunho do Bergstrand é uma produção com mais intensidade e poder pelo menos para as guitarras porque ás vezes (não sempre) apenas arranham um bocadinho e um exemplo disso é a "Myth" que acaba por perder um bocado da força muito a custa disso.
Mas no geral é um bom album que mostra uma banda viva e com capacidade de fazer algo diferente sem com isso se mover muito no seu habitat...se não conhecem tentem descobrir que vale a pena ainda mais se gostarem de algumas bandas de Thrash moderno ao jeito de Soilwork,Mnemic,Strapping Young Lad,Fear Factory,Sepultura,Static-X etc.
http://www.myspace.com/rampmetal

Oceano-Depths


A palavra Deathcore nos dias de hoje cria tanta urticaria aos fans de Metal como o nu-metal ou mais recentemente o Metalcore criou.
E para espalhar o virus só mais um bocadinho deixo aqui um album de Deathcore para ferir os mais sensiveis.
Esta banda americana chamada Oceano em vez de se tornar em mais uma copia de Suffocation,TBDM,Suicide Silence ou Aborted consegue de uma maneira bastante eficaz ser todas elas ao mesmo tempo e ainda entrar de rompante dentro de outros estilos mais sufocantes que não são muito procurados pelo genero.
Enquanto Abigail Williams se divertem a brincar com o BM sinfonico,os Suicide Silence com o DM mais extremo e TBDM com os sons suecos estes americanos andam por debaixo do Oceano á procura de presas distraidas como se um tubarão se tratassem.
E por falar em predadores acho que este album é um bicho maritimo de proporções dantescas que engole tudo e tudos á medida que se levanta perante nós.
Mas usar estes termos para um disco de Deathcore,provavelmente já muita gente desse lado estará a torner o nariz...
Mas esperem lá é mesmo assim o que temos aqui não é um disco de DC banal e infantil como poderá parecer á primeira.
Primeiro porque a banda não se limita a bater com os pés no chão a cada Break,nem se se ouvem dois minutos e meio de musica sueca tocada á velocidade da luz a toda a hora é certo que existe disso por cá em boas quantidades(oh não),mas o que transforma o album são algumas coisas tão violentamente encaixadas na sua sonoridade que acabam por surpreender.
Primeiro é o ambiente do album densamente negro e eficaz,segundo a maneira como a banda consegue atrair até sim alguns ambientes que vão desde o Post até a sonoridade brutalissima/envolvente de Nile passando por momentos onde a tecnica quase apocaliptica se funde com algum som...bem "mainstreamóbrutal" á boa maneira de uma certa banda mascarda isto quando estes entram em paranoia,e terceiro a demoniaca voz do Adam muito boa mesmo.
È um album que apenas vai falhar (espero que não) porque este estilo esta cada vez mais saturado,porque se isto fosse editado aqui há uns anos acredito que se estava perante um classico.
Parece demasiadamente forte a frase,mas antes de dizerem algo tentem ouvir e depois digam alguma coisa e se gostam do estilo brutal da coisa esqueçam os Whitechapel,estes ao pé de Oceano parecem uns meninos de coro.
Mas como estava a dizer este album pode ser uma gota no Oceano do Deathcore mas acreditem que depois de ela cair....preparem-se para o Tsunami que ai vem.
Brutal.
http://www.mediafire.com/?dmmkajkund3

Black Sun Aeon-Darkness Walks Besides Me


Ora aqui está um album que esperava com alguma expectativa,talvez devido aos nomes envolvidos não sei,mas havia aqui que me fascinou quando soube disto.
Pois bem depois de ter andado a volta dele ficam aqui as primeiras impressões.
Sonoridade Death/Doom tipicamente finlandesa,ambiente soturno e folhas a cair.
Ok são as bases de muitas bandas do estilo vindas da terra dos mil lagos até aqui nada de novo,mas e o resto?
É que num album onde se juntam musicos de Amorphis,Moonsorrow ou dos menos conhecidos Sotajumala pode ser de facto algo interessante e um escape para o meio marasmo em que as suas bandas de origem se encontram mas se o é ou não compete a cada um decidir,mas por estes lados digamos que conseguiu estar ao nivel daquilo que se esperaria.
O projecto idealizado pelo Tuomas Saukkonen consegue pegar em quase tudo o que de melhor foi feito dentro da cena finlandesa misturar e oferecer de volta embrulhado em papel queimado pelo tempo e com uns ramos secos a volta.
Dividido em 9 capitulos por entre os quais deambula uma especie de historia conceptual meio pessoal e bastante melancolica o musico chama até si nomes que lá no fundo transformam com o seu toque pessoal cada tema e neste caso a participação do Mikko Heikkilä de Sinamore consegue dar um feeling epico aos temas enquanto as participações mais extremas só por si só valem uma escuta,alem do mais o Tomi de Amorphis volta a fazer uma das coisas que melhor sabe fazer que é usar aquela voz brutal.
Mas como disse a musica aqui é feita um pouco a medida do super-projecto que é vai buscar algumas das coisas mais interessantes do genero desde Swallow The Sun até Amorphis tanto antigo como da nova fase deixando por vezes um certo sabor a Katatonia no ar,embora não tão meloso quanto eles e por vezes mais escondido embora com o rabo de fora.
È um album triste,deliciosamente triste com um toque epico que por vezes não resulta bem e com algumas passagens não muito bem conseguidas isto num aspecto mais instrumental,mas mesmo assim acaba por ter nota positiva.
A "banda" não arrisca muito mas tambem não compromente sabe encaixar as coisas e as ideias e mesmo que não resultem em alguns momentos noutros acabam por abafar esse lado menos bom.
Destacaria os temas "Chapter 5. (A Song For My Weakness)"este é talvez a melhor faixa do album, a par do "Chapter 4. (A Song For My Sorrow)" e o segundo tema o brutal e Engolidor de Sóis "Chapter 2. (A Song For My Wrath)".
Se gostam das cenas que fui mencionando ao longo deste texto exprimentem caminhar ao lado da escuridão.
È um album muito interessante mesmo.
http://rapidshare.com/files/208408888/Black_Sun_Aeon_-_2009_-_Darkness_Walks_Beside_Me_-_by_Skhrnykhsk_-_MusikFactory.rar





Svarttjern-Misanthropic Path of Madness


Os noruegueses Svarttjern são uma autentica surpresa simplesmente porque conseguem de uma forma bastante simples recriar aquela aura sonora que envolvia o Metal mais extremo aqui há uns anos atrás.
Sem grandes rodeios ou pomposidade a banda liderada pelo HansFyrste de Ragnarok descarrega um arsenal de armamento durante a pouco mais de meia hora que dura o ataque sem dó nem piedade,conseguindo demonstrar de uma forma bem clara aquilo que pretendem oferecer com a musica deles.
Não é dificil adivinhar o que se pretende basta ler os titulos das musicas ou por a rodar temas como o "Misanthropic Path Of Madness" ou um "Finally the World Shall Shape".
Bastante extremo que tanto deriva para o passado como entra em rota de colisão com o presente e neste caso nem é necessario usar samples ou passagens mais atmosfericas para se criar algo bem feito,tudo aqui é transformado com base naquilo que os instrumentos basicos debitam cá para fora,tocados com uma violencia sonica é certo mas com uma eficacia tremenda.
O enorme bombardeamento que se ouve vindo da bateria lembra algumas cenas de por exemplo uns Marduk mais antigos enquanto os riffs....bem neste aspecto as partes de guitarra são autenticos abutres que vão devorando varios estilos desde o Thrash mais venenoso até ao Extreme BM mais diabolico transformando alguns momentos em verdadeiros e dilacerantes ataques terroristas bem ao feitio de uns Watain.
Resumido é um album de uma brutalidade medonha,onde tudo resulta em pleno desde a duração até aos temas,coisa que muita vez acaba por suicidar algumas bandas dentro deste genero.
È o primeiro registo da banda ao que parece,mas logo no primeiro tiro.....bem foi mesmo em cheio no meio da testa.
http://www.megaupload.com/?d=C5MEU17P

Gnaw-This Face


Gnaw....
Antes de mais se não ouviram ainda esta porcaria façam o seguinte.
Metam o album no leitor de cds ou no mp3 e toquem ao de leve na tecla play com o volume bem alto.
Vai ser muitissimo engraçado acreditem....
Este projecto junta uns idiotas com a mania das inovações dentro da musica extrema.
Bem inovação não será propriamente uma boa palavra para definir esta dose de mau gosto,alias isto chega a ser perturbante em determinadas alturas.
O termo violação auditiva é talvez o que melhor define este album,assim de uma forma simples curta e directa.
Se alguma vez viram o aquele filme do Noe chamado Irreversivel provavelmente sentiram nauseas e uma certa repulsa perante aquilo que vós é atirado aos olhos,pois bem aqui encontram-se semelhanças com ele não visuais é claro,mas num plano mais audivel e mental.
Isto porque o album é tão agradavel como levar com um taco de basebol nos dentes.
Quem esperava uns Khanate prt II,que pegue no cigarro que está a fumar e se faz favor é apaga-lo no braço,porque não encontra isso aqui,bem pelo menos á vista desarmada.
Se esperavam que o Dubin e os amigos desta vez começassem a falar de dragões num registo droniano/Doom/Sludge,pois sim e que tal um murro na cara?
Os primeiros acordes/sons ou o raio que lhe queiram chamar do album são de tal forma doentios que parece que vem ai um album de DM...depois passa só que em vez de alivio sente-se é um nervoso miudinho a crescer e a ansiedade á aumentar.
O riff principal da Vacant atira-me para dentro do universo Burzum inicial,universo este completamente fodido pela maquinaria e voz,criando um mau estar mental que uns tem efeitos nada agradaveis na minha mente.
Aparentemente as coisas a partir daqui direcionam-se para outros lados,o espancamento do inspired Jesu/Godflesh "Talking Mirrors" é impressionante e o Noiseambundo "Feelers" dá a ideia que se alguma vez o Reznor se juntar a Ministry e tudo começar á porrada poderá sair algo deste genero,mas o mau gosto não se fica por aqui.
Entra-se numa perversidade sonora tão má e envolvente que parece que se está a ouvir coisas vindas não se sabe bem de onde.
Isto para falar da "Watcher",onde não sei se é efeito secundario se não mas tive mesmo de ir confirmar se alguem ali perto não estaria a brincar com algum vinyl do Peter Gabriel é que comecei a ouvir a voz do gajo...foda-se devo estar louco..e os gritos insanos da "Ghosted",se calhar respondem-me mesmo á minha questão..e o ambiente da "Shard" confirma-o.
Por entre Drone,Noise,Dark Ambient,Dissonacia Extrema venha o diabo e escolha é que no meio de tanta facada sonora isto consegue ser de tal forma agradavel que poderia ser comparado a uma queda de costas para dentro de um poço cheio de seringas.
http://www.mediafire.com/?nzfmj2nah1y

Kowloon Walled City-Turk Street


Uma banda com o nome Kowloon Walled City chama sempre á atenção.
O estranho nome deve-se a um pequeno enclave chinês situado em Hong Kong aquando do dominio britanico.
Não sei porque raio usam estas coisas mas lá no fundo dá para se partilhar um pouco de cultura geral,que fica sempre bem.
Mas vamos mas é atirarmo-nos para dentro do pantano que é para isso que aqui estamos.
Esta banda californiana de nome oriental que pratica um som poderoso,sujo e agreste á boa maneira dos lados da Louisiana,só podia dar mesmo em catastrofe sonora .
O som apocaliptico e decadente dá um espirito intoxicante aos temas cobrindo-os de uma camada de fumo bem espesso que dá um prazer enorme em ouvir ainda mais se curtirem aquele Sludge mais pesadão e com uns toques mais roqueiros.
O que nós é oferecido aqui é uma viagem que passa pelos Unsane,embrulha-se com EyeHateGod e Kylesa e faz sexo estranho com uns Kyuss dando origem a um trabalho cheio de força,garra e atitude como há muito não ouvia num registo vindo de uma banda assim do nada neste estilo.
Nos temas assiste-se a uma intensa guerrilha musical entre o vocalista Scott Evans e os restantes instrumentos transformando cada musica numa autentica descarga de energia alternativa.
È um trabalho daqueles que é para ser obrigatoriamente ouvindo com o volume bem alto.
Sendo que desta forma a banda acaba por se transformar num animal gigantesco que nos salta para cima dando a ideia que nos está a esmagar completamente.
Só aquele primeiro tema "Turk, Taylor and Jones"quase que vale a escuta,mas lá no fundo trata-se e sem rodeios parvos de um excelente ep mesmo..não é rock para meninos isto é rock para homens de barba rija e meninas com as unhas afiadas..
Podem sacar aqui e depois ficarem parvos aquando da escuta:
http://inthewalledcity.com/music/

Cobalt-Gin


Antes de mais se o Eater of Birds foi um album que vos surpreendeu preparem-se porque o que vão ouvir neste trabalho provavelmente vai deixar-vos de rastos.
Inspirado pela literatura de Ernest Hemingway e Hunter S. Thompson a banda segue mais uma vez um rumo extremo e bastante vanguardista onde se misturam varios componentes musicais na procura de uma sonoridade unica.
E unica é mesmo a palavra certa para descrever esta banda e este album.
Longe vão os tempos da violencia impura do War Metal,embora aqui ainda existam alguns restos desses tempos,mas estão cada vez mais diluidos no meio desta formula extrema.
È a mesma coisa que darem a escolher a um mercenario uma arma toda ferrugenta ou uma arma toda futurista e letal.
Não é preciso ser muito inteligente para descobrir qual delas terá melhores resultados.
Pois bem é mais ou menos o que se passa neste album onde o ambiente extremo é refinado e com tecnologia da mais recente e que depois de usada tem um efeito arrasador.
Nota-se principalmente que a banda resolveu seguir de uma forma mais esmagadora aqueles riffs que se ouviam na "Witherer" do album anterior, onde se degolava o trabalho de Tool.
Aqui surgem de uma forma ainda mais intensa e mais agreste que nunca dando um toque brilhante a todo este extremismo.
O tema titulo que abre o album provavelmente não mostra ainda muito bem o que está para vir mas as coisas como que explodem á nossa frente quando depois da rajada inicial do "Gin".
Entra em cena uma espantosa faixa que se chama "Dry Body" e ai caros amigos preparem-se porque a partir daqui é sempre a subir.
Neste tema surge uma novidade, um estranho som tribal que surge como que a assombrar o tema conferindo-lhe um ambiente quase ritualista e marcial,que definiria como musica extrema em slow motion é sem duvida uma das faixas mais poderosas do album.
Depois do brutal Arsonry surge um pequeno trecho ou intro bastante interessante onde a guitarra do Phil McSorley consegue criar um ambiente bem envolvente para o que segue e que trás de volta os temos brutais do Eater of Birds, neste tema chamado "Stomach"(que fez parte do ep anterior) é uma clara reviravolta depois do que se ouviu até aqui e a banda entra numa espiral de violencia demente onde as guitarras e a bateria entram quase em guerra.
Na faixa seguinte "A Clean Well Lighted Place" para além do inicio estranho surge mais uma vez a voz da senhora Jarboe que num registo spoken word abafado surge como um instrumento musical no meio do enorme instrumental que é a faixa,destaque para a maneira como a guitarra soa ao longo da musica,deliciosamente estranha.
Depois disto nova violação á boa maneira antiga no "Pregnant Insect" onde as novidades são mais ou menos atiradas para o lado e a faixa surge num registo quase a lembrar uns Slayer no inicio enquanto na parte final a Jarboe entra de novo em cena com uns cantigos que trazem a memoria algumas cenas já feitas pelos portugueses The Firstborn criando mais um grande momento no album.
Segue-se o durissimo "Two Thumbed Fist" que surge novamente num ambiente onde o extremismo se funde com o tribalismo e ainda é salpicado com um certo cheiro a Crust que esgana tudo á volta.
Depois da tempestade surge a bonança já diz o ditado e nada melhor para definir a parte final do album onde depois de uma pequena intro surge um intenso tema que fecha o album entitulado "A Starved Horror" que encerra e de que maneira este album,mais uma vez o nome Tool vem ao de cima com uns riffs estranhamente familiares mas que são encaixados de uma forma perfeita no tema crindo um dos melhores momentos do trabalho.
Existe ainda uma faixa escondida que não é mais do que uns cantigos de escravos americanos a trabalharem provavelmente num caminho de ferro...referencias.
Em resumo e de uma maneira simples é um album muitissimo bem conseguido de uma banda que cada vez se destaca mais naquilo que cria e que para já entra para a lista dos melhores albuns deste ano.
http://www.mediafire.com/?ftkmlzzmdly Part I
http://www.mediafire.com/?zmikmykqydk Part II

Wolves in the Throne Room-Black Cascade


Wolves In The Throne Room são uma das bandas mais interessantes nos dias de hoje e uma das que diferem em termos liricos,bem talvez até nem tanto, mas como o BM na grande maioria dos casos é mais ligado aos poderes do lado negro o que esta banda faz aproxima-se mais de um certo paganismo moderno o chamado "Espiritismo Ecologico".
E é com base neste tema que o trio assume o seu fascinio por dois mundos aparentemente opostos o caos sonoro e a beleza natural.
O som para quem não os conhece é um jogo de musicalidade entre o epico e o brutal onde momentos etereos se misturam com a crueza do BM mais antigo e á boa maneira nordica.
Alias por falar nisto este album traz-me a memoria alguns nomes grandes do estilo como Emperor alias a voz do Nathan aproxima-se por vezes aquilo que o Ihsahn mostrava por alturas do ITNE e Enslaved neste caso na poderosa maneira como a banda conseguia fundir o espirito guerreiro com o clima epico,embora aqui não se fale de batalhas Vikings.
Ao longo dos quatro temas a banda entra numa especie de viagem sonica algo nocturna é certo mas onde se vê perfeitamente cascadas de agua a cair e grandes mantos de nevoeiro a moverem-se muito lentamente por entre montes e vales.
Apesar de soar como um album de BM extremo consegue transportar-nos para o meio de florestas verdejantes onde a musica vai ecoando por entre as folhas das arvores.
A adição de samples ajuda a engrandecer ainda mais o clima natural que se vive ao longo do album e aqui nota-se que a banda procurou transformar a escuta em algo que torna-se o album uma experiencia a todos os niveis bastante intensa e se não acreditam exprimentem ouvir os 14 minutos da "Ahrimanic Trance" principalmente a parte final..
Os temas do ep editado á pouco infelizmente não fazem parte do album,mas para compensar temos aqui uma faixa chamada "Ex Cathedra" que compensa bastante essa aparente(ou não) falha.
Neste tema a banda entra por dominios um pouco diferentes,mais introspectivos e sem duvida mais calmos embora sem se afastar muito daquilo que criam,mas que resulta muito bem.
No geral é um excelente album com uma capa muitissimo boa já agora,talvez mais palpavel que o anterior,com mais vida e acima de tudo merece ser descoberto aos poucos,porque o que temos aqui é um diamante pronto a ser trabalhado.
A forma dele?
Bem essa será criada por quem o ouve...
http://www.megaupload.com/?d=14MNQXAN

Zoroaster-Voice of Saturn


Foda-se antes de mais curto bués esta banda :).
O album anterior chamado Dog Magic apanhou-me completamente de surpresa e a partir dai Zoroaster tornou-se num objecto de culto por estes lados.
Era com alguma ansiedade que aguardava este album porque o que foi mostrado no anterior registo para além de fantastico abria as portas para um admiravel mundo novo pronto a ser explorado.
E se melhor o penso melhor a banda o fez.
O que temos aqui é algo que refina o que fizeram no album anterior e o mistura com alguns pormenores que simplesmente encantam.
A parte final "Spirit Molecule" é algo que nos transporta para os anos do aureos do Progressivo onde o piano se mistura com uma sonoridade meio alucinogenica,mas isto não surpreende apenas continua,o que acaba por surpreender é a banda a entrar em dominios dronianos,arrastando a sua sonoridade á boa maneira de Electric Wizard e misturando-a com algo que poderia ser muito bem criado por uns Jesu da sua fase mais antiga.
A erva continua a ser de boa qualidade e o singular ambiente mistico tambem por lá anda embora desta vez não tão obscuro agora é bem mais aberto tribal e quase espacial.
Na minha maneira de ver as coisas resulta em pleno porque a banda simplesmente sabe os terrenos que pisa.
Um dos temas em destaque é o White Dwarf uma faixa daquelas que resultam em amor a primeira vista seguido de sexo e casamento.
Uma faixa que mostra bem toda a desenvoltura musical da banda e o Brent de Mastodon apenas lhe acrescenta a classe final.
E por falar em final aquele riff/solo no final da musica é das coisas mais poderosas que ouvi este ano dentro do genero,poderoso.
È um album que acaba por se tornar não tão directo como o Dog Magic mas que mesmo assim vale pela descoberta e neste aspecto acho-o bem mais abrangente mais trabalhado e mais psicadelico e isto era algo que no anterior já se notava aqui as coisas entram numa trip fodida que tanto pode ser boa como má depende do estado de espirito com que se espreita lá para dentro.
Outra faixa que merece destaque é a "Lamen of the Master Therion" que assalta os sentidos depois da cabeçada mental anterior que dá nome ao album.
Um album que é um verdadeiro charro musical,cheio de misticismo,poder e que a medida que é ouvido a adrenalina sobe para niveis elevados.
Muito bom,não desilude em nada e ainda passa o cigarro para este lado para podermos partilhar todo aquele universo de uma maneira digamos.....diferente.
http://www.mediafire.com/download.php?mgndiga50hw

Kylesa-Static Tensions


Enquanto outras bandas do mesmo campeonato adoçam a sua sonoridade nomes como Kylesa continuam a lançar cá para fora autenticas bombas.
Este novo album da banda americana e provavelmente o seu melhor e mais completo registo até hoje,ponto final.
Quem os conhece certamente os encara como um daqueles grupos que mereciam melhor sorte e mais exposição dentro da cena mundial,porque para alem de excelentes musicos criam musicas brutais com um sentido estetico e meio mainstream de uma maneira que poucas bandas na minha opinião conseguem fazer.
Adicionar a brutalidade do Sludge mais violento com doçura parecem ser dois mundos incompativeis mas neste trabalho a banda do Phillip Cope mostra que afinal que pensa assim está redondamente enganado.
A brincadeira,excelente diga-se de transformar aquela cover de Pink Floyd parece ter sido uma especie de ensaio para ver como resultaria a formula,e com base nisso os componentes apesar se sempre instaveis resultam na prefeição criando um conjunto de temas que transformam este album numa daquelas peças que quando mais se ouve mais se torna viciante.
Por entre as descargas de um "Scapegoat" ou"Said and Done" surgem temas como"Unknown Awareness" ou o "Running Red" com uma musicalidade algo diferente mas com uma carga emocional e planante soberba dando o equilibrio perfeito ao album.
Entram noutros dominios mais transcendentes e ainda bem que o fazem porque acabam por tornar a escuta em algo que merece atenção redobrada da parte do ouvinte.
O jogo vocal é do mais interessante que por ainda já que tanto a voz da Laura como a do Cope encaixam muito bem tanto nos seus devaneios a solo como quando se embrulham os dois no meio daquela tempestade sonora(melhor maneira para descrever a musica aqui).
Apesar de parecer as primeiras escutas um album simples o que temos aqui é um fruto carregado de sumo,algo entre o amargo e o doce mas que faz lamber os labios e provar mais.
Pouco mais existe a dizer e se sentem um pouco como eu cada vez mais desiludido com o que Mastodon anda a fazer têm aqui um bom remedio para exteriorizar todo esse desapontamento.
Por aqui tem rodado bastante e espero que por esses lados tambem se passe ou comece a passar o mesmo.
http://www.mediafire.com/?ijndj2mujnd